- Metas e itens
- Nenhum item → A presente Proposta visa fortalecer os Programas Escola Segura, Família Forte e PROERD, por meio da aquisição de viaturas e equipamentos necessários para aulas e palestras. Pretende-se ainda equipar os militares que atuam nas rondas escolares com Instrumentos de Menor Potencial Ofensivo (IMPO). Aliado a isso, direcionar o trabalho policial por meio do monitoramento das atividades na internet que possam colocar em risco o ambiente escolar.Desde o ano de 2017 vêm sendo atendidas 31 escolas estaduais e 29 municipais, com rondas e palestras, somente do Projeto Escola Segura, Família Forte. Pretende-se, a partir de agora, ampliar o atendimento para 78 escolas estaduais e 55 municipais, totalizando um público de 100 mil alunos atendidos. Da mesma forma, aumentar o número de alunos formados no Programa de Resistência às Drogas, ampliando para 30 escolas a serem atendidas por semestre.Assim, intenta-se aumentar a sensação de segurança na comunidade escolar e prevenir crimes, desde agressão entre alunos, até uso e tráfico de drogas; mas, principalmente, os crimes violentos contra a vida.As rondas que atualmente ocorrem diariamente, em todos os turnos, serão aumentadas. Da mesma forma, a quantidade de visitas e palestras realizadas pelos policiais militares. Ainda teremos ampliação do Proerd. Concomitante a isso, a Inteligência da Polícia Militar passará a fazer o monitoramento das atividades da internet utilizadas como vetor para disseminação do ódio, violência, intolerância, apologia a ideologias como o nazismo, preconceitos contra minorias sociais, entre outros crimes no contexto escolar e no seu entorno, subsidiando as rondas ostensivas.Os acontecimentos recentes em ambientes escolares no Brasil, impulsionados pelas redes sociais, geraram um clima de insegurança e histeria social que requerem providencias urgentes, firmes e técnicas para o restabelecimento da tranquilidade. Desta forma, é de se ressaltar que a segurança em ambiente escolar já vem sendo um tema importante para a segurança pública em Mato Grosso do Sul, especificamente em sua capital, Campo Grande, desde o ano de 2017, quando foi criado o Projeto Escola Segura, Família Forte. O Projeto atua por meio de ações preventivas para harmonizar o convívio no ambiente escolar e no seu entorno, e para fortalecer os vínculos entre a segurança pública, a escola e a família. Ressalta-se também que, muito antes disso, desde 1998, a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul já atua nas escolas por meio do Proerd (Programa Estadual de Resistência ao Uso das Drogas). O Proerd, além do tema que o nomeia, também aborda assuntos relevantes para a comunidade escolar como o bullying e a violência sexual contra crianças e adolescentes.; Atualmente, milhares de delitos praticados em ambientes virtuais deixam de ser cabalmente esclarecidos, a cada ano, no estado de Mato Grosso do Sul, em razão da complexidade dessas investigações e a ausência de setores e equipes especializadas nesse tipo de repressão qualificada. As ações adotadas por outras unidades da federação, bem como pelo Governo Federal, já demonstraram que a centralização desses trabalhos em um Laboratório Cibernético possibilita a qualificação das investigações a partir da adoção de metodologia própria para essa modalidade de crime. A implantação do “Cyberlab”, com estruturação de setores e equipes especializadas na repressão desses delitos, possibilitará maior eficiência nas investigações policiais, permitindo a identificação do criminoso e sua respectiva responsabilização. Nos casos de prejuízos financeiros, a restituição dos bens e valores ou recuperação de dados “roubados”. Nos demais casos, a cessação dos efeitos dos delitos (ameaças, estresse emocional e danos à reputação). Tais medidas permitirão que a Polícia Civil Judiciária cumpra a sua missão constitucional na persecução penal, notadamente em relação aos crimes praticados em ambientes virtuais, um dos maiores desafios da atualidade. Assim, com a individualização das autorias e comprovação das materialidades delitivas, atenderá aos anseios de toda a sociedade, vítimas, ou não, dessa odiosa prática, ao verem os criminosos sendo devidamente responsabilizados. O aumento exponencial do uso da tecnologia e da internet nos tempos modernos, ocasionou uma preocupação de idêntica proporção quanto à utilização dessas ferramentas para o cometimento de práticas criminosas. O desenvolvimento de uma maior dependência dos sistemas conectados, aliado à pandemia do Covid-19, fez com que o uso de computadores, celulares e tablets fosse altamente intensificado. As relações sociais, o trabalho e o estudo de forma remota foram as saídas para estabelecer o distanciamento social. De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o uso da internet no Brasil experimentou um aumento entre 40% e 50%. Referida intensificação trouxe à tona a pior consequência inerente a essa evolução: os crimes cibernéticos. Cumpre destacar que a preocupação com o uso da internet para a prática criminosa remonta ao ano de 2012, quando houve a publicação das denominadas “Leis dos Crimes Cibernéticos” (12.735/2012 e 12.737/2012), que alterou o Código Penal dispondo sobre tipificação criminal de delitos informáticos e, principalmente, fomentando a criação das delegacias especializadas em crimes cibernéticos. Como exemplo da lesividade dessa modalidade criminosa, a internet traz inúmeros dados sobre o atual cenário, o alcance desses crimes, o ranking dos principais delitos cometidos e os prejuízos causados à população brasileira: O Brasil registrou no primeiro semestre de 2022, 31,5 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos a empresas. O número é 94% superior na comparação com o primeiro semestre do ano passado. Os dados pertencem a um levantamento da Fortinet, empresa de soluções em segurança cibernética. O estudo foi realizado pelo laboratório de inteligência e ameaças, FortiGuard Labs. Considerando a América Latina, o país fica atrás apenas do México, que teve 85 bilhões de tentativas. Os mais comuns crimes cibernéticos podem ser divididos em duas categorias principais: visando os computadores e informações contidas e utilizando de computadores para outros crimes. Os crimes cibernéticos que usam computadores para cometer outros crimes, geralmente, fazem uso de computadores ou redes para disseminar malware, informações ilegais, imagens ilegais ou simplesmente mascarar suas atividades com computadores “escravos”. A empresa de cibersegurança Norton divulgou os resultados de sua pesquisa, que destaca o Brasil como o terceiro país com mais dispositivos infectados por ameaças. De acordo com a análise, mais da metade (58%) dos brasileiros entrevistados afirma ter sofrido um crime cibernético em 2021. A pesquisa estima que cerca de 71 milhões de brasileiros sofreram ataques cibernéticos nos últimos 12 meses. A internet tornou-se essencial na vida das pessoas. Ainda que não chegue para uma parte da população brasileira, ela também pode causar estragos e gerar prejuízos. Dessa forma, é imperioso que a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul transforme o mindset da instituição quanto à forma de enfretamento dos crimes informáticos, qualificando a investigação criminal cibernética e implementando o respectivo e necessário laboratório de crimes cibernéticos, como meio de assessoramento a todas as unidades de execução.A Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos e o denominado “Cyberlab” se apresentam como estruturas fundamentais para o fortalecimento da investigação e inteligência policial no monitoramento e repressão de crimes perpetrados ou planejados contra a comunidade escolar e seus membros, especialmente em ambientes virtuais.
- Objeto
- OBJETIVO GERAL Como objetivo geral, possibilitaremos à Polícia Civil Judiciária, reprimir de modo célere e eficaz, através de investigação qualificada, os crimes praticados por meio da rede mundial de computadores que geram graves danos a indivíduos ou patrimônios, através de extorsão de recursos financeiros, estresse emocional ou danos à reputação de vítimas. O rastreamento de perfis e contas digitais com as temáticas de violência escolar são indispensáveis para o acompanhamento e controle de possíveis ataques ou promoção de estresse emocional dos alunos e servidores da educação.Ainda tonaremos o ambiente escolar mais seguro, com ênfase na prevenção e aproximação entre polícia, comunidade, escola e família; evitando crimes e, consequentemente, aumentando a sensação de segurança entre alunos, pais e toda a comunidade escolar.OBJETIVOS ESPECÍFICOS i) Fortalecimento da atividade de inteligência e da investigação policial no monitoramento e repressão de crimes perpetrados ou planejados contra a comunidade escolar e seus membros, especialmente em ambientes virtuais; ii) Qualificação dos procedimentos policiais através de padronização por meio de rotinas e metodologia específica, centralizada em um Laboratório Cibernético; iii) Acompanhamento de perfis suspeitos e monitoramento das respectivas contas e proprietários; iv) Criação e consolidação de banco dedados sólido e unificado, com mapeamento e georreferenciamento das escolas que apresentem casos ativos; v) Realização de análise de vínculo dos investigados através das contas digitais identificadas, bem como da extração de dados dos respectivos dispositivos eletrônicos. Prevenir e combater o uso de drogas lícitas e ilícitas, o assédio para o uso ou tráfico de drogas, a prática do bullying, as violências físicas e psicológicas e a depredação do patrimônio público; Diminuir a incidência de eventos de violência dentro e fora da escola; Prevenir ações de crimes violentos contra a vida.
Fortalecimento dos Programas Escola Segura, Família Forte e PROERD, por meio da aquisição de viaturas e equipamentos necessários para aulas e palestras.
Polícia Militar
Estruturação de setores e equipes especializadas na repressão aos crimes cibernéticos perpetrados ou planejados contra a comunidade escolar.
Polícia Civil → OBJETIVO GERAL Como objetivo geral, possibilitaremos à Polícia Civil Judiciária, reprimir de modo célere e eficaz, através de investigação qualificada, os crimes praticados por meio da rede mundial de computadores que geram graves danos a indivíduos ou patrimônios, através de extorsão de recursos financeiros, estresse emocional ou danos à reputação de vítimas. O rastreamento de perfis e contas digitais com as temáticas de violência escolar são indispensáveis para o acompanhamento e controle de possíveis ataques ou promoção de estresse emocional dos alunos e servidores da educação.Ainda tonaremos o ambiente escolar mais seguro, com ênfase na prevenção e aproximação entre polícia, comunidade, escola e família; evitando crimes e, consequentemente, aumentando a sensação de segurança entre alunos, pais e toda a comunidade escolar.OBJETIVOS ESPECÍFICOS i) Fortalecimento da atividade de inteligência e da investigação policial no monitoramento e repressão de crimes perpetrados ou planejados contra a comunidade escolar e seus membros, especialmente em ambientes virtuais; ii) Qualificação dos procedimentos policiais através de padronização por meio de rotinas e metodologia específica, centralizada em um Laboratório Cibernético; iii) Acompanhamento de perfis suspeitos e monitoramento das respectivas contas e proprietários; iv) Criação e consolidação de banco dedados sólido e unificado, com mapeamento e georreferenciamento das escolas que apresentem casos ativos; v) Realização de análise de vínculo dos investigados através das contas digitais identificadas, bem como da extração de dados dos respectivos dispositivos eletrônicos. Prevenir e combater o uso de drogas lícitas e ilícitas, o assédio para o uso ou tráfico de drogas, a prática do bullying, as violências físicas e psicológicas e a depredação do patrimônio público; Diminuir a incidência de eventos de violência dentro e fora da escola; Prevenir ações de crimes violentos contra a vida.
Fortalecimento dos Programas Escola Segura, Família Forte e PROERD, por meio da aquisição de viaturas e equipamentos necessários para aulas e palestras.
Polícia Militar
A presente Proposta visa fortalecer os Programas Escola Segura, Família Forte e PROERD, por meio da aquisição de viaturas e equipamentos necessários para aulas e palestras. Pretende-se ainda equipar os militares que atuam nas rondas escolares com Instrumentos de Menor Potencial Ofensivo (IMPO). Aliado a isso, direcionar o trabalho policial por meio do monitoramento das atividades na internet que possam colocar em risco o ambiente escolar.Desde o ano de 2017 vêm sendo atendidas 31 escolas estaduais e 29 municipais, com rondas e palestras, somente do Projeto Escola Segura, Família Forte. Pretende-se, a partir de agora, ampliar o atendimento para 78 escolas estaduais e 55 municipais, totalizando um público de 100 mil alunos atendidos. Da mesma forma, aumentar o número de alunos formados no Programa de Resistência às Drogas, ampliando para 30 escolas a serem atendidas por semestre.Assim, intenta-se aumentar a sensação de segurança na comunidade escolar e prevenir crimes, desde agressão entre alunos, até uso e tráfico de drogas; mas, principalmente, os crimes violentos contra a vida.As rondas que atualmente ocorrem diariamente, em todos os turnos, serão aumentadas. Da mesma forma, a quantidade de visitas e palestras realizadas pelos policiais militares. Ainda teremos ampliação do Proerd. Concomitante a isso, a Inteligência da Polícia Militar passará a fazer o monitoramento das atividades da internet utilizadas como vetor para disseminação do ódio, violência, intolerância, apologia a ideologias como o nazismo, preconceitos contra minorias sociais, entre outros crimes no contexto escolar e no seu entorno, subsidiando as rondas ostensivas.Os acontecimentos recentes em ambientes escolares no Brasil, impulsionados pelas redes sociais, geraram um clima de insegurança e histeria social que requerem providencias urgentes, firmes e técnicas para o restabelecimento da tranquilidade. Desta forma, é de se ressaltar que a segurança em ambiente escolar já vem sendo um tema importante para a segurança pública em Mato Grosso do Sul, especificamente em sua capital, Campo Grande, desde o ano de 2017, quando foi criado o Projeto Escola Segura, Família Forte. O Projeto atua por meio de ações preventivas para harmonizar o convívio no ambiente escolar e no seu entorno, e para fortalecer os vínculos entre a segurança pública, a escola e a família. Ressalta-se também que, muito antes disso, desde 1998, a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul já atua nas escolas por meio do Proerd (Programa Estadual de Resistência ao Uso das Drogas). O Proerd, além do tema que o nomeia, também aborda assuntos relevantes para a comunidade escolar como o bullying e a violência sexual contra crianças e adolescentes.
Estruturação de setores e equipes especializadas na repressão aos crimes cibernéticos perpetrados ou planejados contra a comunidade escolar.
Polícia Civil
Atualmente, milhares de delitos praticados em ambientes virtuais deixam de ser cabalmente esclarecidos, a cada ano, no estado de Mato Grosso do Sul, em razão da complexidade dessas investigações e a ausência de setores e equipes especializadas nesse tipo de repressão qualificada. As ações adotadas por outras unidades da federação, bem como pelo Governo Federal, já demonstraram que a centralização desses trabalhos em um Laboratório Cibernético possibilita a qualificação das investigações a partir da adoção de metodologia própria para essa modalidade de crime. A implantação do “Cyberlab”, com estruturação de setores e equipes especializadas na repressão desses delitos, possibilitará maior eficiência nas investigações policiais, permitindo a identificação do criminoso e sua respectiva responsabilização. Nos casos de prejuízos financeiros, a restituição dos bens e valores ou recuperação de dados “roubados”. Nos demais casos, a cessação dos efeitos dos delitos (ameaças, estresse emocional e danos à reputação). Tais medidas permitirão que a Polícia Civil Judiciária cumpra a sua missão constitucional na persecução penal, notadamente em relação aos crimes praticados em ambientes virtuais, um dos maiores desafios da atualidade. Assim, com a individualização das autorias e comprovação das materialidades delitivas, atenderá aos anseios de toda a sociedade, vítimas, ou não, dessa odiosa prática, ao verem os criminosos sendo devidamente responsabilizados. O aumento exponencial do uso da tecnologia e da internet nos tempos modernos, ocasionou uma preocupação de idêntica proporção quanto à utilização dessas ferramentas para o cometimento de práticas criminosas. O desenvolvimento de uma maior dependência dos sistemas conectados, aliado à pandemia do Covid-19, fez com que o uso de computadores, celulares e tablets fosse altamente intensificado. As relações sociais, o trabalho e o estudo de forma remota foram as saídas para estabelecer o distanciamento social. De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o uso da internet no Brasil experimentou um aumento entre 40% e 50%. Referida intensificação trouxe à tona a pior consequência inerente a essa evolução: os crimes cibernéticos. Cumpre destacar que a preocupação com o uso da internet para a prática criminosa remonta ao ano de 2012, quando houve a publicação das denominadas “Leis dos Crimes Cibernéticos” (12.735/2012 e 12.737/2012), que alterou o Código Penal dispondo sobre tipificação criminal de delitos informáticos e, principalmente, fomentando a criação das delegacias especializadas em crimes cibernéticos. Como exemplo da lesividade dessa modalidade criminosa, a internet traz inúmeros dados sobre o atual cenário, o alcance desses crimes, o ranking dos principais delitos cometidos e os prejuízos causados à população brasileira: O Brasil registrou no primeiro semestre de 2022, 31,5 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos a empresas. O número é 94% superior na comparação com o primeiro semestre do ano passado. Os dados pertencem a um levantamento da Fortinet, empresa de soluções em segurança cibernética. O estudo foi realizado pelo laboratório de inteligência e ameaças, FortiGuard Labs. Considerando a América Latina, o país fica atrás apenas do México, que teve 85 bilhões de tentativas. Os mais comuns crimes cibernéticos podem ser divididos em duas categorias principais: visando os computadores e informações contidas e utilizando de computadores para outros crimes. Os crimes cibernéticos que usam computadores para cometer outros crimes, geralmente, fazem uso de computadores ou redes para disseminar malware, informações ilegais, imagens ilegais ou simplesmente mascarar suas atividades com computadores “escravos”. A empresa de cibersegurança Norton divulgou os resultados de sua pesquisa, que destaca o Brasil como o terceiro país com mais dispositivos infectados por ameaças. De acordo com a análise, mais da metade (58%) dos brasileiros entrevistados afirma ter sofrido um crime cibernético em 2021. A pesquisa estima que cerca de 71 milhões de brasileiros sofreram ataques cibernéticos nos últimos 12 meses. A internet tornou-se essencial na vida das pessoas. Ainda que não chegue para uma parte da população brasileira, ela também pode causar estragos e gerar prejuízos. Dessa forma, é imperioso que a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul transforme o mindset da instituição quanto à forma de enfretamento dos crimes informáticos, qualificando a investigação criminal cibernética e implementando o respectivo e necessário laboratório de crimes cibernéticos, como meio de assessoramento a todas as unidades de execução.A Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos e o denominado “Cyberlab” se apresentam como estruturas fundamentais para o fortalecimento da investigação e inteligência policial no monitoramento e repressão de crimes perpetrados ou planejados contra a comunidade escolar e seus membros, especialmente em ambientes virtuais.