O projeto Ecoprint propõe a implantação de um núcleo de inovação socioambiental na comunidade da Mangueira, no município do Rio de Janeiro, com foco na reciclagem de resíduos plásticos do tipo PET e sua transformação em insumos...
Registro 19685 · 2025
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O que a fonte informa
- Valor do registro
- Valor não informado
- Estágio
- Planejamento registrado
- Beneficiário
- INSTITUTO ECOPRESERVAR
- Município do beneficiário / UF
- NOVA IGUAÇU / RJ
- Parlamentar / autor informado
- Não informado
- Identificador na fonte
- 19685
- CNPJ do beneficiário
- 06789498000108
O município é o do beneficiário informado pela fonte; o local de execução pode ser diferente e deve ser conferido no objeto.
Situação original na fonte: Em Análise.
Origem: proposta de parceria; vínculo com emenda não confirmado.
O valor informado está associado a este registro. Ele não confirma pagamento ao fornecedor, saldo disponível ou uma contratação ainda por acontecer.
Descrição publicada na base consultada
O projeto Ecoprint propõe a implantação de um núcleo de inovação socioambiental na comunidade da Mangueira, no município do Rio de Janeiro, com foco na reciclagem de resíduos plásticos do tipo PET e sua transformação em insumos para impressão 3D, promovendo geração de renda, educação ambiental e inclusão produtiva de mulheres em situação de vulnerabilidade social.Trata-se de uma iniciativa articulada entre o Instituto Ecopreservar, a ONG África e o núcleo Enactus UERJ-Maracanã, que visa consolidar um modelo replicável de empreendedorismo socioambiental, combinando tecnologia, sustentabilidade e cultura. A proposta contempla a instalação de um ecoponto para recebimento e triagem de resíduos, a implantação de uma microindústria de reciclagem voltada à produção de filamento de PET reciclado e a capacitação técnica de mulheres da comunidade para produção de peças por meio de tecnologia de impressão 3D.As ações serão realizadas em duas frentes estratégicas. A primeira é voltada à formação prática de alunos universitários da UERJ em temas como inovação, sustentabilidade, design e empreendedorismo social, em articulação com a estruturação do processo de transformação do PET reciclado em filamento. A segunda foca na emancipação econômica de mulheres da comunidade da Mangueira, com oferta de formação técnica, bolsas, apoio psicossocial e conexão com o mercado.O Ecoprint propõe também a produção de peças exclusivas em plástico reciclado para uso em atividades culturais e carnavalescas da tradicional Escola de Samba da Mangueira, fortalecendo a identidade cultural local e promovendo visibilidade nacional ao projeto. Ao longo dos 24 meses de execução, pretende-se alcançar diretamente 50 mulheres e, de forma indireta, cerca de 1.000 pessoas por mês com as ações educativas e de coleta nos ecopontos.O processo formativo incluirá capacitações em reciclagem, design de produto, operação de máquinas 3D, marketing, finanças, sustentabilidade e educação ambiental. Ao final do ciclo, está prevista a premiação de propostas inovadoras e a formação de agentes ambientais locais com foco na temática do plástico e da economia circular.O projeto contribuirá com a redução do descarte irregular de resíduos, a valorização de materiais recicláveis, o fortalecimento da cultura ambiental e a geração de renda. Estão previstos os seguintes resultados mensuráveis: produção de 2.500 peças recicladas em impressão 3D, engajamento de 30 mil pessoas/mês nas redes sociais do projeto, coleta e reaproveitamento de PET nos ecopontos, e geração de trabalho e renda para ao menos 50 mulheres e catadoras.Além do impacto ambiental e econômico, a proposta promove também a valorização sociocultural, ao integrar a produção reciclada às práticas artísticas e carnavalescas da comunidade, reconhecendo a potência simbólica e organizativa da Escola de Samba da Mangueira. Trata-se de uma proposta transversal que atua sobre os eixos de resíduos sólidos, inovação tecnológica, economia criativa, igualdade de gênero e educação ambiental.O projeto será executado sob gestão do Instituto Ecopreservar, com supervisão técnica e apoio logístico da ONG África da Mangueira, e articulação direta com o Enactus UERJ-Maracanã. O modelo proposto está alinhado às diretrizes da Lei nº 14.260/2021 (Lei de Incentivo à Reciclagem), da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010) e da Agenda 2030 da ONU, especialmente os ODS 5, 8, 11, 12 e 13.O objeto da proposta, portanto, é implantar um ecossistema local de inovação e reciclagem na comunidade da Mangueira, por meio da transformação de resíduos plásticos em valor econômico e social, articulando educação ambiental, geração de renda e valorização cultural, promovendo impacto sustentável e replicável em territórios vulneráveis. ADMINISTRAÇÃO DO PROJETO CAPACITAÇÃO, FORMAÇÃO E ASSESSORIA TÉCNI SERVIÇO DE ELABORAÇÃO DE PROPOSTA MAX 1% EQUIPAMENTOS E VEÍCULOS SERVIÇO DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS MAX 8%
Segmentos identificados
A classificação considera o texto disponível nas fontes. Um plano pode incluir várias finalidades; confira as especificações antes de interpretar o registro como potencial demanda.
Ver termos que ajudam a explicar a classificação
- Assistência social: vulnerabilidade social
- Cultura e eventos: cultura, cultural, culturais
- Desenvolvimento econômico: empreendedorismo, geração de renda
- Educação: educação
- Meio ambiente: ambiental, ambientais, resíduos sólidos, reciclagem, sustentabilidade
- Serviços e capacitação: capacitação, assessoria
- Veículos e transporte: veículos
Histórico observado pelo Radar
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Alteração identificada
- Objeto
- O projeto Ecoprint propõe a implantação de um núcleo de inovação socioambiental na comunidade da Mangueira, no município do Rio de Janeiro, com foco na reciclagem de resíduos plásticos do tipo PET e sua transformação em insumos para impressão 3D, promovendo geração de renda, educação ambiental e inclusão produtiva de mulheres em situação de vulnerabilidade social.Trata-se de uma iniciativa articulada entre o Instituto Ecopreservar, a ONG África e o núcleo Enactus UERJ-Maracanã, que visa consolidar um modelo replicável de empreendedorismo socioambiental, combinando tecnologia, sustentabilidade e cultura. A proposta contempla a instalação de um ecoponto para recebimento e triagem de resíduos, a implantação de uma microindústria de reciclagem voltada à produção de filamento de PET reciclado e a capacitação técnica de mulheres da comunidade para produção de peças por meio de tecnologia de impressão 3D.As ações serão realizadas em duas frentes estratégicas. A primeira é voltada à formação prática de alunos universitários da UERJ em temas como inovação, sustentabilidade, design e empreendedorismo social, em articulação com a estruturação do processo de transformação do PET reciclado em filamento. A segunda foca na emancipação econômica de mulheres da comunidade da Mangueira, com oferta de formação técnica, bolsas, apoio psicossocial e conexão com o mercado.O Ecoprint propõe também a produção de peças exclusivas em plástico reciclado para uso em atividades culturais e carnavalescas da tradicional Escola de Samba da Mangueira, fortalecendo a identidade cultural local e promovendo visibilidade nacional ao projeto. Ao longo dos 24 meses de execução, pretende-se alcançar diretamente 50 mulheres e, de forma indireta, cerca de 1.000 pessoas por mês com as ações educativas e de coleta nos ecopontos.O processo formativo incluirá capacitações em reciclagem, design de produto, operação de máquinas 3D, marketing, finanças, sustentabilidade e educação ambiental. Ao final do ciclo, está prevista a premiação de propostas inovadoras e a formação de agentes ambientais locais com foco na temática do plástico e da economia circular.O projeto contribuirá com a redução do descarte irregular de resíduos, a valorização de materiais recicláveis, o fortalecimento da cultura ambiental e a geração de renda. Estão previstos os seguintes resultados mensuráveis: produção de 2.500 peças recicladas em impressão 3D, engajamento de 30 mil pessoas/mês nas redes sociais do projeto, coleta e reaproveitamento de PET nos ecopontos, e geração de trabalho e renda para ao menos 50 mulheres e catadoras.Além do impacto ambiental e econômico, a proposta promove também a valorização sociocultural, ao integrar a produção reciclada às práticas artísticas e carnavalescas da comunidade, reconhecendo a potência simbólica e organizativa da Escola de Samba da Mangueira. Trata-se de uma proposta transversal que atua sobre os eixos de resíduos sólidos, inovação tecnológica, economia criativa, igualdade de gênero e educação ambiental.O projeto será executado sob gestão do Instituto Ecopreservar, com supervisão técnica e apoio logístico da ONG África da Mangueira, e articulação direta com o Enactus UERJ-Maracanã. O modelo proposto está alinhado às diretrizes da Lei nº 14.260/2021 (Lei de Incentivo à Reciclagem), da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010) e da Agenda 2030 da ONU, especialmente os ODS 5, 8, 11, 12 e 13.O objeto da proposta, portanto, é implantar um ecossistema local de inovação e reciclagem na comunidade da Mangueira, por meio da transformação de resíduos plásticos em valor econômico e social, articulando educação ambiental, geração de renda e valorização cultural, promovendo impacto sustentável e replicável em territórios vulneráveis. → O projeto Ecoprint propõe a implantação de um núcleo de inovação socioambiental na comunidade da Mangueira, no município do Rio de Janeiro, com foco na reciclagem de resíduos plásticos do tipo PET e sua transformação em insumos para impressão 3D, promovendo geração de renda, educação ambiental e inclusão produtiva de mulheres em situação de vulnerabilidade social.Trata-se de uma iniciativa articulada entre o Instituto Ecopreservar, a ONG África e o núcleo Enactus UERJ-Maracanã, que visa consolidar um modelo replicável de empreendedorismo socioambiental, combinando tecnologia, sustentabilidade e cultura. A proposta contempla a instalação de um ecoponto para recebimento e triagem de resíduos, a implantação de uma microindústria de reciclagem voltada à produção de filamento de PET reciclado e a capacitação técnica de mulheres da comunidade para produção de peças por meio de tecnologia de impressão 3D.As ações serão realizadas em duas frentes estratégicas. A primeira é voltada à formação prática de alunos universitários da UERJ em temas como inovação, sustentabilidade, design e empreendedorismo social, em articulação com a estruturação do processo de transformação do PET reciclado em filamento. A segunda foca na emancipação econômica de mulheres da comunidade da Mangueira, com oferta de formação técnica, bolsas, apoio psicossocial e conexão com o mercado.O Ecoprint propõe também a produção de peças exclusivas em plástico reciclado para uso em atividades culturais e carnavalescas da tradicional Escola de Samba da Mangueira, fortalecendo a identidade cultural local e promovendo visibilidade nacional ao projeto. Ao longo dos 24 meses de execução, pretende-se alcançar diretamente 50 mulheres e, de forma indireta, cerca de 1.000 pessoas por mês com as ações educativas e de coleta nos ecopontos.O processo formativo incluirá capacitações em reciclagem, design de produto, operação de máquinas 3D, marketing, finanças, sustentabilidade e educação ambiental. Ao final do ciclo, está prevista a premiação de propostas inovadoras e a formação de agentes ambientais locais com foco na temática do plástico e da economia circular.O projeto contribuirá com a redução do descarte irregular de resíduos, a valorização de materiais recicláveis, o fortalecimento da cultura ambiental e a geração de renda. Estão previstos os seguintes resultados mensuráveis: produção de 2.500 peças recicladas em impressão 3D, engajamento de 30 mil pessoas/mês nas redes sociais do projeto, coleta e reaproveitamento de PET nos ecopontos, e geração de trabalho e renda para ao menos 50 mulheres e catadoras.Além do impacto ambiental e econômico, a proposta promove também a valorização sociocultural, ao integrar a produção reciclada às práticas artísticas e carnavalescas da comunidade, reconhecendo a potência simbólica e organizativa da Escola de Samba da Mangueira. Trata-se de uma proposta transversal que atua sobre os eixos de resíduos sólidos, inovação tecnológica, economia criativa, igualdade de gênero e educação ambiental.O projeto será executado sob gestão do Instituto Ecopreservar, com supervisão técnica e apoio logístico da ONG África da Mangueira, e articulação direta com o Enactus UERJ-Maracanã. O modelo proposto está alinhado às diretrizes da Lei nº 14.260/2021 (Lei de Incentivo à Reciclagem), da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010) e da Agenda 2030 da ONU, especialmente os ODS 5, 8, 11, 12 e 13.O objeto da proposta, portanto, é implantar um ecossistema local de inovação e reciclagem na comunidade da Mangueira, por meio da transformação de resíduos plásticos em valor econômico e social, articulando educação ambiental, geração de renda e valorização cultural, promovendo impacto sustentável e replicável em territórios vulneráveis. ADMINISTRAÇÃO DO PROJETO CAPACITAÇÃO, FORMAÇÃO E ASSESSORIA TÉCNI SERVIÇO DE ELABORAÇÃO DE PROPOSTA MAX 1% EQUIPAMENTOS E VEÍCULOS SERVIÇO DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS MAX 8%
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