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Rejeitado na fonte Exercício anterior · 2024

O objeto desta pesquisa é a identificação da taxa de prevalência do Transtorno do Espectro Autista (TEA) em crianças de 4 a 6 anos de idade nas escolas do município de Jundiaí, além da análise das possíveis associações entre o TEA…

INSTITUTO DE PESQUISA PENSI SANDRA MUTARELLI SETUBAL · São Paulo–SP · R$ 1.676.000,00 · 2024

Registro de 2024

Este registro pertence a um exercício anterior. A presença na base não indica uma nova destinação ou uma compra atual; confira as datas e a situação na fonte.

Resumo

Valor do registro
R$ 1.676.000,00

Associado a este registro; não confirma pagamento ao fornecedor, saldo disponível nem uma contratação por acontecer.

Estágio
Rejeitado na fonte

Impedido ou cancelado na fonte. Não conte com este recurso.

Situação original na fonte: Rejeitada.

Fonte · tipo de repasse
Gestão de Parcerias

Proposta de parceria; vínculo com emenda não confirmado.

Ano / exercício
2024
Identificador na fonte
609

Quem recebe

Beneficiário
INSTITUTO DE PESQUISA PENSI SANDRA MUTARELLI SETUBAL
CNPJ
17.375.447/0001-48
Município do beneficiário / UF
São Paulo/SP · outros repasses em São PauloO município é o do beneficiário informado pela fonte; o local de execução pode ser diferente e deve ser conferido no objeto.
Licitações deste órgão
Ver os editais deste CNPJ no Radar de Licitações A compra ligada ao repasse é feita pelo beneficiário, por licitação ou outro procedimento previsto em lei.

Origem

Parlamentar / autor informado
Não informado pela fonte
Segmentos identificados
Outros e objeto ainda não detalhado

Objeto e finalidade

O objeto desta pesquisa é a identificação da taxa de prevalência do Transtorno do Espectro Autista (TEA) em crianças de 4 a 6 anos de idade nas escolas do município de Jundiaí, além da análise das possíveis associações entre o TEA e variáveis clínicas, socioeconômicas e demográficas. O estudo visa compreender melhor a distribuição do TEA nessa faixa etária, bem como os fatores que podem estar relacionados ao seu desenvolvimento, com o objetivo de gerar dados relevantes para políticas públicas e intervenções direcionadas a essa população.Desde que foi descrito por Kanner, em 1943, o autismo vem sendo amplamenteestudado por diferentes áreas e enquanto categoria nosológica tem passado por mudançassignificativas a partir desse conhecimento ampliado, incluindo as taxas de prevalência (Winge Potter, 2002). Alterações nos critérios diagnósticos, nomenclatura, abrangência e tambémnos dados de prevalência e incidência desafiam atualmente a estruturação de propostas eserviços de avaliação e intervenção. Se inicialmente o autismo foi descrito como umasíndrome comportamental rara e com grande impacto no desenvolvimento e independência,hoje se compreende a ampliação do fenótipo em um espectro de variadas manifestações,com intervenções que podem levar à vida independente com suportes, na maior parte doscasos (Lord et al., 2000; Lai, Lombardo e Baron-Cohen, 2014; Lord et al., 2018).A compreensão de que se trata de uma condição do neurodesenvolvimento foirelatada inicialmente por Lorna Wing, que foi também a primeira pesquisadora a utilizar otermo “espectro” (Wing, 1981). Desde então, os estudos encontraram uma congruência deresultados relativos a dificuldades em duas grandes áreas: a) comunicação e interação sociale b) comportamentos e interesses, variando em intensidade e em combinações. Asevidências das pesquisas levaram a uma importante mudança na última revisão do principalsistema classificatório para transtornos mentais, o Diagnostic and Statistic Manual for MentalDisorders – DSM (APA, 2013).Dentre os especificadores propostos pelo DSM-5, destacam-se a identificação dedeficiência intelectual e a identificação de transtorno de linguagem. Uma classificaçãosemelhante foi proposta no CID-11 (OMS, 2024), recentemente disponibilizado na versão emportuguês brasileiro. Desta forma, o diagnóstico de TEA deve vir acompanhado daespecificação se há ou não uma deficiência intelectual, e se há ou não um transtorno delinguagem concomitante.Destaca-se, portanto, a grande heterogeneidade entre os indivíduos com diagnósticode TEA, potencializada agora com os sistemas classificatórios mais dimensionais e aproposta de uma categoria nosológica ampla – o TEA, com possibilidade de comorbidades.Para viabilizar uma compreensão mais individualizada das necessidades de cada pessoacom TEA, o DSM-5 propôs que as alterações de comunicação social e as restrições decomportamento sejam qualificadas pelo nível de suporte exigido, em uma escala de trêsníveis: necessita de algum suporte, necessita de suporte substancial e necessita de muitosuporte. Vale ressaltar que os níveis de suporte não são fixos, podendo se alterar tanto paramenos como para mais, ao longo do tempo, no mesmo sujeito (APA, 2013).Essa ampliação do fenótipo suscita questões relevantes, uma vez que o aumento naprevalência do TEA tem sido encontrado em diversos estudos, com implicações diretas nossistemas de saúde, de educação e mesmo no planejamento financeiro dos diferentes níveisde governo. Porém, mudanças também na capacitação dos profissionais para o diagnósticodo TEA e a representação social das pessoas com autismo na mídia, também podem estarlevando à interferência na identificação e prevalência (Masi et al., 2017; Elsabbagh et al.,2022). Número de escolas selecionadas e sorteadas conforme o plano de amostragem. Meta: Selecionar e sortear 100% das escolas previstas até o final do primeiro semestre do estudo. Seleção e sorteio das escolas e início da coleta de dados: pesquisador Número de questionários aplicados nas escolas sorteadas. Meta: Aplicar questionários em pelo menos das escolas selecionadas até o final do primeiro ano. Aplicação de questionários nas escolas selecionadas Equipe Proporção de questionários completos e validados. Meta: Garantir que 100% dos questionários aplicados estejam completos e sem inconsistências até o final do primeiro ano. Garantia da qualidade e completude dos dados Grupo Progresso na análise dos dados preliminares de prevalência. Meta: Concluir 40% da análise preliminar dos dados de prevalência de TEA até o final do primeiro semestre do segundo ano. Início da análise preliminar dos dados de prevalência de TEA equipamentos Taxa de prevalência de TEA calculada e relatada. Meta: Publicar a estimativa final da prevalência de TEA até o meio do terceiro ano. Conclusão da análise dos dados de prevalência Capital Associação entre TEA e variáveis (idade, sexo, renda familiar, escolaridade dos pais, clínicas) identificada. Meta: Concluir 100% da análise das associações e produzir relatórios estatísticos sobre os resultados no terceiro semestre do terceiro ano. Conclusão da análise da associação entre TEA e variáveis clínicas, socioeconômic Relatório final com resultados completos sobre prevalência e variáveis associadas. Meta: Publicar o relatório final até o meio do terceiro ano 3 e submetê-lo a revistas científicas. Publicação e disseminação dos resultados da pesquisa Número de reuniões e apresentações realizadas. Meta: Realizar pelo menos 3 apresentações para autoridades locais e fóruns científicos até o final do terceiro ano. Apresentação dos resultados às partes interessadas

Metas e itens detalhados

  • pesquisadorQuantidade: 1 PESSOA / DIA · R$ 558.660,00 · ID 19013
  • EquipeQuantidade: 1 PESSOA / DIA · R$ 279.330,00 · ID 19014
  • GrupoQuantidade: 1 PESSOA / DIA · R$ 139.665,00 · ID 19015
  • equipamentosQuantidade: 1 PESSOA / DIA · R$ 279.330,00 · ID 19016
  • CapitalQuantidade: 1 PESSOA / DIA · R$ 139.665,00 · ID 19017
  • equipamentosQuantidade: 1 PESSOA / DIA · R$ 139.665,00 · ID 19018
  • capitalQuantidade: 1 ANO/ANOS · R$ 93.110,00 · ID 19019
  • EquipamentosQuantidade: 1 ANO/ANOS · R$ 46.575,00 · ID 19020

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Histórico observado pelo Radar

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  1. Alteração identificada

    Município
    SÃO PAULO → São Paulo
    Segmentos
    Saúde e equipamentos, Educação, Serviços e capacitação → Outros e objeto ainda não detalhado
    Estágio informado
    Impedido ou cancelado na fonte → Rejeitado na fonte
  2. Registro incorporado à base

Visto pela primeira vez em 23/09/2026 às 14:11 (Brasília) · última verificação em 24/09/2026 às 00:14 (Brasília) · última alteração observada em 23/09/2026 às 19:34 (Brasília). Entender a cobertura →

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