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A reciclagem de plástico, da forma como é feita hoje, não consegue resolver o problema: lixões, aterros, rios e mares por todo o mundo estão cada vez mais poluídos por este material.O modelo atual se baseia em grandes usinas de…

RECICLANTES ASSOCIACAO DE APOIO A RECICLAGEM DE PRODUTOS PLASTICOS · ITATIAIA–RJ · Valor não informado · 2026

Resumo

Valor do registro
Valor não informado

Associado a este registro; não confirma pagamento ao fornecedor, saldo disponível nem uma contratação por acontecer.

Estágio
Planejamento registrado

O plano foi registrado, mas ainda não aprovado. O recurso não está garantido.

Situação original na fonte: Em Elaboração.

Fonte · tipo de repasse
Gestão de Parcerias

Proposta de parceria; vínculo com emenda não confirmado.

Ano / exercício
2026
Identificador na fonte
79462

Quem recebe

Beneficiário
RECICLANTES ASSOCIACAO DE APOIO A RECICLAGEM DE PRODUTOS PLASTICOS
CNPJ
63.993.101/0001-20
Município do beneficiário / UF
ITATIAIA/RJ · outros repasses em ITATIAIAO município é o do beneficiário informado pela fonte; o local de execução pode ser diferente e deve ser conferido no objeto.
Licitações deste órgão
Ver os editais deste CNPJ no Radar de Licitações A compra ligada ao repasse é feita pelo beneficiário, por licitação ou outro procedimento previsto em lei.

Origem

Parlamentar / autor informado
Não informado pela fonte
Segmentos identificados
Meio ambienteEducaçãoMobiliário e eletrodomésticos
Por que estes segmentos
  • Educação: educação, escola, universidade
  • Meio ambiente: ambiental, reciclagem, coleta seletiva
  • Mobiliário e eletrodomésticos: móveis

A classificação considera o texto disponível nas fontes; um plano pode incluir várias finalidades.

Objeto e finalidade

A reciclagem de plástico, da forma como é feita hoje, não consegue resolver o problema: lixões, aterros, rios e mares por todo o mundo estão cada vez mais poluídos por este material.O modelo atual se baseia em grandes usinas de reciclagem, localizadas em grandes centros urbanos. Estas indústrias recebem plástico que vem de longe e só aproveitam pequena parcela do que chega, descartando o restante em aterros. Na maior parte das vezes, não há nenhuma preocupação ambiental: a ideia é conseguir matéria prima barata para se fazer em larga escala objetos de baixo valor. Além disto, este modelo é injusto e perversos, pagando tão pouco aos catadores que eles não conseguem sair da situação de pobreza ou miséria.Uma alternativa a este modelo se baseia no conceito de Reciclagem Local de Plástico. Segundo este modelo, o resíduo plástico deve ser transformados em objetos de valor, no local de descarte, por pessoas sem formação técnica e fora do ambiente industrial.Na Universidade Federal da Bahia (UFBA) foram desenvolvidas máquinas e metodologias apropriadas à Reciclagem Local de Plástico. Estas máquinas transformam resíduo plástico em placas e barras de plástico maciço que, posteriormente, são usadas como matéria prima para produtos de valor comercial.Em parceria com a Reciclantes e o THP, foi desenvolvido também o modelo de um empreendimento social, que chamamos de Oficina de Transformação (OT), local onde resíduos plásticos são transformados em móveis, localmente, por mulheres de baixa escolaridade e sem formação técnica.Uma OT é um espaço físico de cerca de 100 metros quadrados (50 cobertos e 50 ao ar livre) onde trabalham cerca de 10 mulheres. Estas mulheres são capacitadas para utilizar as máquinas de transformação que desenvolvemos e também máquinas operatrizes convencionais (furadeiras, serras, lixadeiras etc). Uma OT é capaz de reciclar uma tonelada de resíduo plástico por mês.Hoje, há OTs produzindo e vendendo móveis em diversas localidades: Pedra Furada - SE, Itaparica - BA, Itatiaia – RJ, Fortaleza – CE e Natal – RN. Estão em fase de implantação as OT de Trancoso – BA, Camaçari - BA, Riachão do Jacuípe – BA e São Luiz- MA.Este projeto visa a implantação de uma Oficina de Transformação de Plástico (OT) na região Sul do Brasil. Visa também a implantação de um sistema de coleta seletiva e uma campanha de educação ambiental em uma escola pública, de forma a garantir matéria prima para a OT.O público mais impactado pelo projeto, sem dúvida são as mulheres. Sem formação técnica, elas dificilmente conseguiriam um emprego formal, mas se tornando artesãs do plástico fazem um trabalho especializado e criativo e ainda garantem uma renda razoável. Elas e suas famílias são as principais beneficiadas pelo projeto.Os catadores também são beneficiados: como o plástico é transformado em objetos de alto valor, as OT podem pagar aos catadores um valor muito maior que o mercado por quilo de plástico. Nas OT já em operação, o valor praticado por quilo de plástico é R$5,00, muito acima do mercado (em torno de R$1,00) e próximo ao valor do quilo de alumínio (entre R$6,00 e R$8,00).O sistema de coleta seletiva e a campanha de educação ambiental na escola beneficiam estudantes e professores e seus familiares, centenas de pessoas dependendo do tamanho da escola.Esperamos com o desenvolvimento deste projeto, gerar impacto social e ambiental positivos e ainda aumentar a conscientização de jovens e crianças a respeito dos problemas relacionados à poluição, em especial pela poluição por plástico. ADMINISTRAÇÃO DO PROJETO

O que fazer agora

  1. Próximo passoCedo para proposta. Bom momento para se apresentar ao beneficiário e entender a necessidade.
  2. Quem procurarA compra é feita por RECICLANTES ASSOCIACAO DE APOIO A RECICLAGEM DE PRODUTOS PLASTICOS: procure o setor de compras ou licitações.
  3. Não perca os próximosCrie um alerta parecido e receba repasses como este assim que entrarem na base.

Emenda não é licitação aberta: o recurso chega antes do edital. Entenda o caminho da emenda até a compra →

Histórico observado pelo Radar

Datas em que identificamos cada mudança; podem ser posteriores ao evento ou à publicação original.

  1. Alteração identificada

    Objeto
    A reciclagem de plástico, da forma como é feita hoje, não consegue resolver o problema: lixões, aterros, rios e mares por todo o mundo estão cada vez mais poluídos por este material.O modelo atual se baseia em grandes usinas de reciclagem, localizadas em grandes centros urbanos. Estas indústrias recebem plástico que vem de longe e só aproveitam pequena parcela do que chega, descartando o restante em aterros. Na maior parte das vezes, não há nenhuma preocupação ambiental: a ideia é conseguir matéria prima barata para se fazer em larga escala objetos de baixo valor. Além disto, este modelo é injusto e perversos, pagando tão pouco aos catadores que eles não conseguem sair da situação de pobreza ou miséria.Uma alternativa a este modelo se baseia no conceito de Reciclagem Local de Plástico. Segundo este modelo, o resíduo plástico deve ser transformados em objetos de valor, no local de descarte, por pessoas sem formação técnica e fora do ambiente industrial.Na Universidade Federal da Bahia (UFBA) foram desenvolvidas máquinas e metodologias apropriadas à Reciclagem Local de Plástico. Estas máquinas transformam resíduo plástico em placas e barras de plástico maciço que, posteriormente, são usadas como matéria prima para produtos de valor comercial.Em parceria com a Reciclantes e o THP, foi desenvolvido também o modelo de um empreendimento social, que chamamos de Oficina de Transformação (OT), local onde resíduos plásticos são transformados em móveis, localmente, por mulheres de baixa escolaridade e sem formação técnica.Uma OT é um espaço físico de cerca de 100 metros quadrados (50 cobertos e 50 ao ar livre) onde trabalham cerca de 10 mulheres. Estas mulheres são capacitadas para utilizar as máquinas de transformação que desenvolvemos e também máquinas operatrizes convencionais (furadeiras, serras, lixadeiras etc). Uma OT é capaz de reciclar uma tonelada de resíduo plástico por mês.Hoje, há OTs produzindo e vendendo móveis em diversas localidades: Pedra Furada - SE, Itaparica - BA, Itatiaia – RJ, Fortaleza – CE e Natal – RN. Estão em fase de implantação as OT de Trancoso – BA, Camaçari - BA, Riachão do Jacuípe – BA e São Luiz- MA.Este projeto visa a implantação de uma Oficina de Transformação de Plástico (OT) na região Sul do Brasil. Visa também a implantação de um sistema de coleta seletiva e uma campanha de educação ambiental em uma escola pública, de forma a garantir matéria prima para a OT.O público mais impactado pelo projeto, sem dúvida são as mulheres. Sem formação técnica, elas dificilmente conseguiriam um emprego formal, mas se tornando artesãs do plástico fazem um trabalho especializado e criativo e ainda garantem uma renda razoável. Elas e suas famílias são as principais beneficiadas pelo projeto.Os catadores também são beneficiados: como o plástico é transformado em objetos de alto valor, as OT podem pagar aos catadores um valor muito maior que o mercado por quilo de plástico. Nas OT já em operação, o valor praticado por quilo de plástico é R$5,00, muito acima do mercado (em torno de R$1,00) e próximo ao valor do quilo de alumínio (entre R$6,00 e R$8,00).O sistema de coleta seletiva e a campanha de educação ambiental na escola beneficiam estudantes e professores e seus familiares, centenas de pessoas dependendo do tamanho da escola.Esperamos com o desenvolvimento deste projeto, gerar impacto social e ambiental positivos e ainda aumentar a conscientização de jovens e crianças a respeito dos problemas relacionados à poluição, em especial pela poluição por plástico. → A reciclagem de plástico, da forma como é feita hoje, não consegue resolver o problema: lixões, aterros, rios e mares por todo o mundo estão cada vez mais poluídos por este material.O modelo atual se baseia em grandes usinas de reciclagem, localizadas em grandes centros urbanos. Estas indústrias recebem plástico que vem de longe e só aproveitam pequena parcela do que chega, descartando o restante em aterros. Na maior parte das vezes, não há nenhuma preocupação ambiental: a ideia é conseguir matéria prima barata para se fazer em larga escala objetos de baixo valor. Além disto, este modelo é injusto e perversos, pagando tão pouco aos catadores que eles não conseguem sair da situação de pobreza ou miséria.Uma alternativa a este modelo se baseia no conceito de Reciclagem Local de Plástico. Segundo este modelo, o resíduo plástico deve ser transformados em objetos de valor, no local de descarte, por pessoas sem formação técnica e fora do ambiente industrial.Na Universidade Federal da Bahia (UFBA) foram desenvolvidas máquinas e metodologias apropriadas à Reciclagem Local de Plástico. Estas máquinas transformam resíduo plástico em placas e barras de plástico maciço que, posteriormente, são usadas como matéria prima para produtos de valor comercial.Em parceria com a Reciclantes e o THP, foi desenvolvido também o modelo de um empreendimento social, que chamamos de Oficina de Transformação (OT), local onde resíduos plásticos são transformados em móveis, localmente, por mulheres de baixa escolaridade e sem formação técnica.Uma OT é um espaço físico de cerca de 100 metros quadrados (50 cobertos e 50 ao ar livre) onde trabalham cerca de 10 mulheres. Estas mulheres são capacitadas para utilizar as máquinas de transformação que desenvolvemos e também máquinas operatrizes convencionais (furadeiras, serras, lixadeiras etc). Uma OT é capaz de reciclar uma tonelada de resíduo plástico por mês.Hoje, há OTs produzindo e vendendo móveis em diversas localidades: Pedra Furada - SE, Itaparica - BA, Itatiaia – RJ, Fortaleza – CE e Natal – RN. Estão em fase de implantação as OT de Trancoso – BA, Camaçari - BA, Riachão do Jacuípe – BA e São Luiz- MA.Este projeto visa a implantação de uma Oficina de Transformação de Plástico (OT) na região Sul do Brasil. Visa também a implantação de um sistema de coleta seletiva e uma campanha de educação ambiental em uma escola pública, de forma a garantir matéria prima para a OT.O público mais impactado pelo projeto, sem dúvida são as mulheres. Sem formação técnica, elas dificilmente conseguiriam um emprego formal, mas se tornando artesãs do plástico fazem um trabalho especializado e criativo e ainda garantem uma renda razoável. Elas e suas famílias são as principais beneficiadas pelo projeto.Os catadores também são beneficiados: como o plástico é transformado em objetos de alto valor, as OT podem pagar aos catadores um valor muito maior que o mercado por quilo de plástico. Nas OT já em operação, o valor praticado por quilo de plástico é R$5,00, muito acima do mercado (em torno de R$1,00) e próximo ao valor do quilo de alumínio (entre R$6,00 e R$8,00).O sistema de coleta seletiva e a campanha de educação ambiental na escola beneficiam estudantes e professores e seus familiares, centenas de pessoas dependendo do tamanho da escola.Esperamos com o desenvolvimento deste projeto, gerar impacto social e ambiental positivos e ainda aumentar a conscientização de jovens e crianças a respeito dos problemas relacionados à poluição, em especial pela poluição por plástico. ADMINISTRAÇÃO DO PROJETO
  2. Registro incorporado à base

Visto pela primeira vez em 23/09/2026 às 12:44 (Brasília) · última verificação em 23/09/2026 às 17:05 (Brasília) · última alteração observada em 23/09/2026 às 12:55 (Brasília). Entender a cobertura →

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Fonte: Gestão de Parcerias (Transferegov), dados públicos oficiais. Confira sempre a situação no registro oficial.