O projeto "Amigas do Boto" nasce como a frente de Economia Circular do Instituto O Canal e do Projeto Golfinhos do Brasil, que atuam na vanguarda da preservação marinha e do monitoramento de cetáceos em áreas portuárias do Espí...
Registro 83586 · 2026
O que a fonte informa
- Valor do registro
- Valor não informado
- Estágio
- Planejamento registrado
- Beneficiário
- INSTITUTO O CANAL
- Município do beneficiário / UF
- VITÓRIA / ES
- Parlamentar / autor informado
- Não informado
- Identificador na fonte
- 83586
- CNPJ do beneficiário
- 07354446000163
O município é o do beneficiário informado pela fonte; o local de execução pode ser diferente e deve ser conferido no objeto.
Situação original na fonte: Em Elaboração.
Origem: proposta de parceria; vínculo com emenda não confirmado.
O valor informado está associado a este registro. Ele não confirma pagamento ao fornecedor, saldo disponível ou uma contratação ainda por acontecer.
Planejamento registrado: cedo
O plano foi registrado, mas ainda não aprovado. O recurso não está garantido.
- Próximo passo
- Cedo para proposta. Bom momento para se apresentar ao beneficiário e entender a necessidade.
- Quem compra
- INSTITUTO O CANAL · CNPJ 07354446000163, em VITÓRIA/ES. A compra é feita por ele: procure o setor de compras ou licitações.
Emenda não é licitação aberta: o recurso chega antes do edital. Entenda o caminho da emenda até a compra →
Descrição publicada na base consultada
O projeto "Amigas do Boto" nasce como a frente de Economia Circular do Instituto O Canal e do Projeto Golfinhos do Brasil, que atuam na vanguarda da preservação marinha e do monitoramento de cetáceos em áreas portuárias do Espírito Santo. Essa articulação surge da compreensão de que a proteção da biodiversidade marinha depende diretamente da gestão eficiente de resíduos sólidos na região. O "Amigas do Boto" tem como objeto central a implementação de um arranjo produtivo local focado na formação e emancipação de mulheres, transformando o impacto ambiental negativo em desenvolvimento social em Jesus de Nazareth, Vitória-ES, comunidade em que o Instituto O Canal atua há mais de 10 anos com atividades de educação e sensibilização ambiental e apoio em eventos realizados pelas lideranças locais. A iniciativa busca mitigar a problemática do descarte inadequado de materiais de pesca, por meio da capacitação e assistência direta a 30 mulheres da comunidade. A espinha dorsal do projeto é a promoção da Economia Circular e a prática do Upcycling, baseadas no recolhimento e na reutilização dos apetrechos descartados, unindo a recuperação dos ecossistemas costeiros à inclusão socioprodutiva das mulheres da comunidade. O foco principal recai sobre as redes de pesca, que, ao serem abandonadas no mar, tornam-se as chamadas "redes fantasma", configurando-se como uma das maiores ameaças aos golfinhos e ao ecossistema local. A ressignificação desses e de outros materiais faz com que itens antes vistos como resíduos sem valor agregado se tornem matéria-prima sustentável e com alto potencial de geração de renda.Para garantir a perenidade e a eficácia metodológica, o projeto estrutura-se em seis eixos:1. Escuta do território: A execução inicia-se com um diagnóstico e escuta ativa junto à comunidade. Este eixo é construído em estreita articulação com a Associação de Pescadores local, assegurando que as ações respeitem, preservem e enalteçam a profunda história e a cultura da pesca artesanal, garantindo pertencimento e engajamento genuíno das famílias no fluxo de reciclagem.2. Sustentabilidade humana: Compreendendo que o desenvolvimento social exige cuidado integral e humano, o projeto traz um eixo que foca no acolhimento, na saúde mental e na integridade física das participantes. As 30 mulheres receberão apoio psicossocial, além de ações focadas na saúde ocupacional, como palestras sobre saúde e ergonomia no trabalho manual e práticas de gestão de estresse laboral, incluindo sessões de yoga e meditação e também viagens e excursões em grupo para as artesãs.3. Capacitação Profissional:Artesanato e costura sustentável: Confecção de bolsas e acessórios a partir das redes de pesca recuperadas; criação de biojoias e artes com os resíduos locais; e desenvolvimento de design de embalagens biodegradáveis, agregando valor estético e ecológico aos produtos.Culinária Consciente: Minimização do desperdício de alimentos, ensino de técnicas de compostagem doméstica e introdução aos preceitos do movimento Slow Food — valorizando o alimento bom, limpo e justo, o uso integral dos ingredientes locais e a conscientização sobre a cadeia alimentar e seu impacto ambiental. Capacitação jurídica: Consultoria e fomento à criação de uma cooperativa de produtos artesanais e reciclados. 4. Formação transversal com a inclusão da educação ambiental: Para além da produção, as 30 artesãs também participarão das capacitações do projeto "Golfinhos do Brasil", voltadas aos usuários da APA Baía das Tartarugas, onde irão aprender sobre os animais presentes na região, boas práticas em relação ao compartilhamento do território com a fauna local, e a importância da conservação marinha para um futuro possível.5. Inserção mercadológica e autossustentabilidade da iniciativa: Para garantir a autonomia financeira estrutural a longo prazo, o projeto traz como escopo a inserção dos novos produtos e das artesãs no mercado, através de diferentes frentes:Festivais: Tendas disponibilizadas para venda dos produtos no Festival da Baleia e no Festival dos Golfinhos, eventos que movimentam mais de 10 mil pessoas na Praia da Guarderia, em Vitória, e com sucesso comprovado nas feiras criativas que mobilizam mais de 60 artesãos e geram, em média, uma renda total conjunta de cerca de R$ 70.000,00 por edição em dois dias.Loja virtual: Criação de ponto de venda virtual permanente no site oficial "Quero Ver Baleia".Ecoturismo de observação de baleias: Pontos estratégicos de comercialização ao final dos embarques turísticos de observação de cetáceos apoiados pelo Instituto O Canal, que garantem um público cativo de cerca de 800 turistas por ano.Dessa forma, o projeto “Amigas do Boto” apresenta-se como uma iniciativa factível de Economia Circular. Ao reduzir passivos marinhos e viabilizar a capacitação e geração de renda para 30 mulheres, a proposta garante o cumprimento de indicadores ESG, alinhando a proteção da biodiversidade costeira à saúde ocupacional e ao avanço social. A meta de Administração do Projeto consiste na gestão técnica, operacional, administrativa e financeira integral do Projeto 'Amigas do Boto', assegurando a perfeita execução das atividades de reciclagem e upcycling de redes de pesca marinha. Abrange a coordenação geral de equipes, o monitoramento psicossocial e a articulação comunitária no território de Jesus de Nazareth. Inclui a supervisão do cumprimento das metas físicas, o controle rigoroso do orçamento vinculado ao fomento da Lei de Incentivo à Reciclagem e o gerenciamento de contratos com fornecedores e oficineiros. Adicionalmente, engloba o monitoramento dos indicadores ESG para parceiros portuários, a compilação de relatórios técnicos e a compilação final da documentação comprobatória e contábil, garantindo a total transparência, conformidade jurídica e eficiência na prestação de contas devida aos órgãos fiscalizadores. ADMINISTRAÇÃO DO PROJETO A Meta de Capacitação, formação e assessoria técnica é o núcleo operacional do Projeto “Amigas do Boto”. Consiste na qualificação socioprodutiva de 30 mulheres costeiras da comunidade de Jesus de Nazareth. O programa engloba oficinas práticas de artesanato, costura sustentável e ecodesign focadas no upcycling de redes de pesca de nylon (redes fantasma) e resíduos têxteis. Inclui também a formação em culinária consciente baseada no aproveitamento integral de alimentos (Slow Food) para a mitigação de resíduos orgânicos. Transversalmente, abrange a educação ambiental integrada ao projeto “Golfinhos do Brasil”, capacitando as beneficiárias sobre a conservação da APA Baía das Tartarugas. A assessoria técnica culmina na inserção destas mulheres no mercado da economia circular por meio de uma rede comercial estruturada, que inclui a loja virtual no site “Quero Ver Baleia” e tendas exclusivas no Festival da Baleia e no Festival dos Golfinhos. CAPACITAÇÃO, FORMAÇÃO E ASSESSORIA TÉCNICA
Segmentos identificados
A classificação considera o texto disponível nas fontes. Um plano pode incluir várias finalidades; confira as especificações antes de interpretar o registro como potencial demanda.
Ver termos que ajudam a explicar a classificação
- Agricultura e desenvolvimento rural: pesca
- Alimentação: alimentar, alimentos
- Assistência social: acolhimento
- Cultura e eventos: cultura, evento, eventos, festival, festivais, artesanato
- Desenvolvimento econômico: geração de renda, arranjo produtivo
- Educação: educação, ensino
- Meio ambiente: ambiental, resíduos sólidos, reciclagem, preservação, sustentabilidade, economia circular
- Saúde e equipamentos: saúde
- Serviços e capacitação: capacitação, consultoria, assessoria
- Turismo: turístico, turísticos
Mais recursos abertos por perto
Em VITÓRIA/ES
- OBJETIVO GERAL Implantação de um programa integrado de gestão de resíduos sólidos e educação ambiental contínua, com ...
- Fortalecer a cadeia produtiva da reciclagem em territórios vulneráveis por meio do desenvolvimento e da implantação d...
- ADMINISTRAÇÃO DO PROJETO
- O projeto “Caminhos da Reciclagem: educação, capacitação e mobilização itinerante para o fortalecimento da cadeia da ...
Saúde e equipamentos em outros municípios de ES
- Custeio Ao Piso Da Atenção Primária - Ministério da Saúde aquisição de materiais de consumo destinados ao custeio da...
- Pavimentação Urbana - Ministério das Cidades Execução de obra e serviço de engenharia destinada à construção de Pavi...
- Resíduos Sólidos - Fundação Nacional de Saúde Aquisição de 01 (um) caminhão novo, zero quilômetro, tipo toco (4x2), ...
- INCREMENTO DA MÉDIA E ALTA COMPLEXIDADE (MAC)
Histórico observado pelo Radar
As datas abaixo mostram quando identificamos cada mudança. Elas podem ser posteriores ao evento ou à publicação original.
Alteração identificada
- Objeto
- O projeto "Amigas do Boto" nasce como a frente de Economia Circular do Instituto O Canal e do Projeto Golfinhos do Brasil, que atuam na vanguarda da preservação marinha e do monitoramento de cetáceos em áreas portuárias do Espírito Santo. Essa articulação surge da compreensão de que a proteção da biodiversidade marinha depende diretamente da gestão eficiente de resíduos sólidos na região. O "Amigas do Boto" tem como objeto central a implementação de um arranjo produtivo local focado na formação e emancipação de mulheres, transformando o impacto ambiental negativo em desenvolvimento social em Jesus de Nazareth, Vitória-ES, comunidade em que o Instituto O Canal atua há mais de 10 anos com atividades de educação e sensibilização ambiental e apoio em eventos realizados pelas lideranças locais. A iniciativa busca mitigar a problemática do descarte inadequado de materiais de pesca, por meio da capacitação e assistência direta a 30 mulheres da comunidade. A espinha dorsal do projeto é a promoção da Economia Circular e a prática do Upcycling, baseadas no recolhimento e na reutilização dos apetrechos descartados, unindo a recuperação dos ecossistemas costeiros à inclusão socioprodutiva das mulheres da comunidade. O foco principal recai sobre as redes de pesca, que, ao serem abandonadas no mar, tornam-se as chamadas "redes fantasma", configurando-se como uma das maiores ameaças aos golfinhos e ao ecossistema local. A ressignificação desses e de outros materiais faz com que itens antes vistos como resíduos sem valor agregado se tornem matéria-prima sustentável e com alto potencial de geração de renda.Para garantir a perenidade e a eficácia metodológica, o projeto estrutura-se em seis eixos:1. Escuta do território: A execução inicia-se com um diagnóstico e escuta ativa junto à comunidade. Este eixo é construído em estreita articulação com a Associação de Pescadores local, assegurando que as ações respeitem, preservem e enalteçam a profunda história e a cultura da pesca artesanal, garantindo pertencimento e engajamento genuíno das famílias no fluxo de reciclagem.2. Sustentabilidade humana: Compreendendo que o desenvolvimento social exige cuidado integral e humano, o projeto traz um eixo que foca no acolhimento, na saúde mental e na integridade física das participantes. As 30 mulheres receberão apoio psicossocial, além de ações focadas na saúde ocupacional, como palestras sobre saúde e ergonomia no trabalho manual e práticas de gestão de estresse laboral, incluindo sessões de yoga e meditação e também viagens e excursões em grupo para as artesãs.3. Capacitação Profissional:Artesanato e costura sustentável: Confecção de bolsas e acessórios a partir das redes de pesca recuperadas; criação de biojoias e artes com os resíduos locais; e desenvolvimento de design de embalagens biodegradáveis, agregando valor estético e ecológico aos produtos.Culinária Consciente: Minimização do desperdício de alimentos, ensino de técnicas de compostagem doméstica e introdução aos preceitos do movimento Slow Food — valorizando o alimento bom, limpo e justo, o uso integral dos ingredientes locais e a conscientização sobre a cadeia alimentar e seu impacto ambiental. Capacitação jurídica: Consultoria e fomento à criação de uma cooperativa de produtos artesanais e reciclados. 4. Formação transversal com a inclusão da educação ambiental: Para além da produção, as 30 artesãs também participarão das capacitações do projeto "Golfinhos do Brasil", voltadas aos usuários da APA Baía das Tartarugas, onde irão aprender sobre os animais presentes na região, boas práticas em relação ao compartilhamento do território com a fauna local, e a importância da conservação marinha para um futuro possível.5. Inserção mercadológica e autossustentabilidade da iniciativa: Para garantir a autonomia financeira estrutural a longo prazo, o projeto traz como escopo a inserção dos novos produtos e das artesãs no mercado, através de diferentes frentes:Festivais: Tendas disponibilizadas para venda dos produtos no Festival da Baleia e no Festival dos Golfinhos, eventos que movimentam mais de 10 mil pessoas na Praia da Guarderia, em Vitória, e com sucesso comprovado nas feiras criativas que mobilizam mais de 60 artesãos e geram, em média, uma renda total conjunta de cerca de R$ 70.000,00 por edição em dois dias.Loja virtual: Criação de ponto de venda virtual permanente no site oficial "Quero Ver Baleia".Ecoturismo de observação de baleias: Pontos estratégicos de comercialização ao final dos embarques turísticos de observação de cetáceos apoiados pelo Instituto O Canal, que garantem um público cativo de cerca de 800 turistas por ano.Dessa forma, o projeto “Amigas do Boto” apresenta-se como uma iniciativa factível de Economia Circular. Ao reduzir passivos marinhos e viabilizar a capacitação e geração de renda para 30 mulheres, a proposta garante o cumprimento de indicadores ESG, alinhando a proteção da biodiversidade costeira à saúde ocupacional e ao avanço social. → O projeto "Amigas do Boto" nasce como a frente de Economia Circular do Instituto O Canal e do Projeto Golfinhos do Brasil, que atuam na vanguarda da preservação marinha e do monitoramento de cetáceos em áreas portuárias do Espírito Santo. Essa articulação surge da compreensão de que a proteção da biodiversidade marinha depende diretamente da gestão eficiente de resíduos sólidos na região. O "Amigas do Boto" tem como objeto central a implementação de um arranjo produtivo local focado na formação e emancipação de mulheres, transformando o impacto ambiental negativo em desenvolvimento social em Jesus de Nazareth, Vitória-ES, comunidade em que o Instituto O Canal atua há mais de 10 anos com atividades de educação e sensibilização ambiental e apoio em eventos realizados pelas lideranças locais. A iniciativa busca mitigar a problemática do descarte inadequado de materiais de pesca, por meio da capacitação e assistência direta a 30 mulheres da comunidade. A espinha dorsal do projeto é a promoção da Economia Circular e a prática do Upcycling, baseadas no recolhimento e na reutilização dos apetrechos descartados, unindo a recuperação dos ecossistemas costeiros à inclusão socioprodutiva das mulheres da comunidade. O foco principal recai sobre as redes de pesca, que, ao serem abandonadas no mar, tornam-se as chamadas "redes fantasma", configurando-se como uma das maiores ameaças aos golfinhos e ao ecossistema local. A ressignificação desses e de outros materiais faz com que itens antes vistos como resíduos sem valor agregado se tornem matéria-prima sustentável e com alto potencial de geração de renda.Para garantir a perenidade e a eficácia metodológica, o projeto estrutura-se em seis eixos:1. Escuta do território: A execução inicia-se com um diagnóstico e escuta ativa junto à comunidade. Este eixo é construído em estreita articulação com a Associação de Pescadores local, assegurando que as ações respeitem, preservem e enalteçam a profunda história e a cultura da pesca artesanal, garantindo pertencimento e engajamento genuíno das famílias no fluxo de reciclagem.2. Sustentabilidade humana: Compreendendo que o desenvolvimento social exige cuidado integral e humano, o projeto traz um eixo que foca no acolhimento, na saúde mental e na integridade física das participantes. As 30 mulheres receberão apoio psicossocial, além de ações focadas na saúde ocupacional, como palestras sobre saúde e ergonomia no trabalho manual e práticas de gestão de estresse laboral, incluindo sessões de yoga e meditação e também viagens e excursões em grupo para as artesãs.3. Capacitação Profissional:Artesanato e costura sustentável: Confecção de bolsas e acessórios a partir das redes de pesca recuperadas; criação de biojoias e artes com os resíduos locais; e desenvolvimento de design de embalagens biodegradáveis, agregando valor estético e ecológico aos produtos.Culinária Consciente: Minimização do desperdício de alimentos, ensino de técnicas de compostagem doméstica e introdução aos preceitos do movimento Slow Food — valorizando o alimento bom, limpo e justo, o uso integral dos ingredientes locais e a conscientização sobre a cadeia alimentar e seu impacto ambiental. Capacitação jurídica: Consultoria e fomento à criação de uma cooperativa de produtos artesanais e reciclados. 4. Formação transversal com a inclusão da educação ambiental: Para além da produção, as 30 artesãs também participarão das capacitações do projeto "Golfinhos do Brasil", voltadas aos usuários da APA Baía das Tartarugas, onde irão aprender sobre os animais presentes na região, boas práticas em relação ao compartilhamento do território com a fauna local, e a importância da conservação marinha para um futuro possível.5. Inserção mercadológica e autossustentabilidade da iniciativa: Para garantir a autonomia financeira estrutural a longo prazo, o projeto traz como escopo a inserção dos novos produtos e das artesãs no mercado, através de diferentes frentes:Festivais: Tendas disponibilizadas para venda dos produtos no Festival da Baleia e no Festival dos Golfinhos, eventos que movimentam mais de 10 mil pessoas na Praia da Guarderia, em Vitória, e com sucesso comprovado nas feiras criativas que mobilizam mais de 60 artesãos e geram, em média, uma renda total conjunta de cerca de R$ 70.000,00 por edição em dois dias.Loja virtual: Criação de ponto de venda virtual permanente no site oficial "Quero Ver Baleia".Ecoturismo de observação de baleias: Pontos estratégicos de comercialização ao final dos embarques turísticos de observação de cetáceos apoiados pelo Instituto O Canal, que garantem um público cativo de cerca de 800 turistas por ano.Dessa forma, o projeto “Amigas do Boto” apresenta-se como uma iniciativa factível de Economia Circular. Ao reduzir passivos marinhos e viabilizar a capacitação e geração de renda para 30 mulheres, a proposta garante o cumprimento de indicadores ESG, alinhando a proteção da biodiversidade costeira à saúde ocupacional e ao avanço social. A meta de Administração do Projeto consiste na gestão técnica, operacional, administrativa e financeira integral do Projeto 'Amigas do Boto', assegurando a perfeita execução das atividades de reciclagem e upcycling de redes de pesca marinha. Abrange a coordenação geral de equipes, o monitoramento psicossocial e a articulação comunitária no território de Jesus de Nazareth. Inclui a supervisão do cumprimento das metas físicas, o controle rigoroso do orçamento vinculado ao fomento da Lei de Incentivo à Reciclagem e o gerenciamento de contratos com fornecedores e oficineiros. Adicionalmente, engloba o monitoramento dos indicadores ESG para parceiros portuários, a compilação de relatórios técnicos e a compilação final da documentação comprobatória e contábil, garantindo a total transparência, conformidade jurídica e eficiência na prestação de contas devida aos órgãos fiscalizadores. ADMINISTRAÇÃO DO PROJETO A Meta de Capacitação, formação e assessoria técnica é o núcleo operacional do Projeto “Amigas do Boto”. Consiste na qualificação socioprodutiva de 30 mulheres costeiras da comunidade de Jesus de Nazareth. O programa engloba oficinas práticas de artesanato, costura sustentável e ecodesign focadas no upcycling de redes de pesca de nylon (redes fantasma) e resíduos têxteis. Inclui também a formação em culinária consciente baseada no aproveitamento integral de alimentos (Slow Food) para a mitigação de resíduos orgânicos. Transversalmente, abrange a educação ambiental integrada ao projeto “Golfinhos do Brasil”, capacitando as beneficiárias sobre a conservação da APA Baía das Tartarugas. A assessoria técnica culmina na inserção destas mulheres no mercado da economia circular por meio de uma rede comercial estruturada, que inclui a loja virtual no site “Quero Ver Baleia” e tendas exclusivas no Festival da Baleia e no Festival dos Golfinhos. CAPACITAÇÃO, FORMAÇÃO E ASSESSORIA TÉCNICA
Alteração identificada
Registro incorporado à base