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SANTO ANDRÉ · SPPlanejamento registrado

Este projeto foi concebido em torno de quatro objetivos centrais: a) desenvolver uma nova tecnologia para coletar e armazenar recicláveis, remunerar os seus usuários; b) integrar moradores e gestores de condomínios à cadeia pro...

Registro 86309 · 2026

O que a fonte informa

Valor do registro
Valor não informado
Estágio
Planejamento registrado
Beneficiário
A.M.S.M. LTDA
Município do beneficiário / UF
SANTO ANDRÉ / SP
Parlamentar / autor informado
Não informado
Identificador na fonte
86309
CNPJ do beneficiário
46160482000148

O município é o do beneficiário informado pela fonte; o local de execução pode ser diferente e deve ser conferido no objeto.

Situação original na fonte: Em Análise.

Origem: proposta de parceria; vínculo com emenda não confirmado.

Como interpretar o valor

O valor informado está associado a este registro. Ele não confirma pagamento ao fornecedor, saldo disponível ou uma contratação ainda por acontecer.

Conferir na fonte pública
O que fazer agora

Planejamento registrado: cedo

O plano foi registrado, mas ainda não aprovado. O recurso não está garantido.

Próximo passo
Cedo para proposta. Bom momento para se apresentar ao beneficiário e entender a necessidade.
Quem compra
A.M.S.M. LTDA · CNPJ 46160482000148, em SANTO ANDRÉ/SP. A compra é feita por ele: procure o setor de compras ou licitações.

Emenda não é licitação aberta: o recurso chega antes do edital. Entenda o caminho da emenda até a compra →

Objeto e finalidade

Descrição publicada na base consultada

Este projeto foi concebido em torno de quatro objetivos centrais: a) desenvolver uma nova tecnologia para coletar e armazenar recicláveis, remunerar os seus usuários; b) integrar moradores e gestores de condomínios à cadeia produtiva da reciclagem, com a implantação desta tecnologia em edifícios residenciais e conjuntos habitacionais da zona leste da cidade de São Paulo; c) fortalecer a participação de catadores que atuam em parceria com a empresa Aparas Mantovani nesta região, com a coleta do material reciclado nesses condomínios; d) ativar uma rede de comercialização de recicláveis que envolva consumidores finais, catadores formalizados e qualificados, aparistas e fabricantes de embalagens plásticas.O primeiro objetivo deste projeto é desenvolver um equipamento de coleta de recicláveis que possa ser instalado em espaços reduzidos e ser operado de maneira intuitiva por indivíduos sem treinamento técnico, e que tenham interesse em depositar de forma voluntária as embalagens dos produtos por eles consumidos. Equipamentos com esta finalidade têm sido implementados em pontos comerciais nas grandes cidades, com foco específico na coleta de vasilhames e patrocínio de empresas produtoras e distribuidoras de bebidas. Como diferencial em relação a essa solução, o equipamento ora intitulado Estação Recicladora de Pequeno Porte (ERPP) será dotado de tecnologias que permitam a identificação, a pesagem, a prensagem e o acondicionamento de recicláveis variados, tais como papelões, plásticos e vidros de diferentes especificações. Além dessas inovações, a ERPP também prevê um sistema para a precificação do material depositado e o oferecimento de cashback aos usuários cadastrados, compartilhado com os seus condomínios. Este projeto compromete-se com o desenvolvimento de três módulos pilotos, sendo dois destinados a conjuntos habitacionais populares da zona leste de São Paulo, e um módulo direcionado a um condomínio edilicial que possua Habitações de Interesse Social (HIS).O segundo objetivo da ERPP é aumentar a prática da coleta seletiva nos condomínios edilícios da cidade de São Paulo, fortalecendo a integração de moradores e gestores de condomínios à cadeia produtiva da reciclagem. O foco inicial em condomínios se justifica pela elevada proporção de apartamentos na capital paulista. De acordo com o Censo 2022 (IBGE), este tipo de habitação corresponde a 33% dos domicílios desta cidade (1.435.984 apartamentos). Entre 1995 e 2024, conforme dados públicos da Prefeitura de São Paulo, a área construída das residências verticais de médio e alto padrão passou de 76,2 milhões de metros quadrados para 191 milhões de metros quadrados. Além de mais que duplicar a área construída com edifícios residenciais em 40 anos, a cidade de São Paulo registrou uma expansão inédita dos apartamentos destinados ao público de baixa renda, impulsionada por políticas de crédito habitacional subsidiado, como o Minha Casa Minha Vida (MCMV). Somente entre 2023 e 2024, este programa totalizou 119,9 mil novas contratações na capital paulista. A ERPP surge como uma proposta de incentivo à reciclagem ajustada a este perfil habitacional. Embora no restante do país os edifícios não alcancem 15% das residências, a existência de 10.767.414 de apartamentos evidencia o potencial de expansão desta solução para outras localidades. A totalização, em 2025, de 2 milhões de moradias contratadas pelo MCMV em todo o Brasil, também coloca oportunidades para o desenvolvimento deste novo modelo de coleta seletiva ajustado à outras formas de habitação.O terceiro objetivo deste projeto é qualificar o trabalho desenvolvido pelos catadores parceiros deste projeto, com o oferecimento de suporte à formalização da sua atividade, de treinamento no manuseio da tecnologia que será desenvolvida, e com o provimento de uma infraestrutura para a realização deste trabalho – como o fornecimento de EPIs e o subsídio na aquisição de veículos – que aumente a produtividade e a lucratividade desses profissionais. Com a ERPP, os catadores parceiros terão a oportunidade de coletar materiais recicláveis compactados de forma padronizada, tornando previsível o conhecimento dos volumes e das pesagens a serem transportadas, a frequência com a qual realizarão este trabalho e a perspectiva da renda que obterão a cada operação, além de reduzir a periculosidade e a insalubridade no manejo dessa matéria prima.O quarto objetivo deste projeto é constituir uma rede de comercialização de recicláveis que tenha início no consumidor final e nos gestores dos condomínios, e, com a geração de renda para esses agentes a partir da utilização da ERPP como ponto de entrega voluntário, seja integrada à cadeia de catadores formalizados e qualificados, a empresas aparistas e às empresas fabricantes que necessitam cumprir as metas de logística reversa estabelecidas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010) e, mais recentemente, pela Política Nacional de Embalagens Plásticas (Decreto 12.688/2025). ADMINISTRAÇÃO DO PROJETO CAPACITAÇÃO, FORMAÇÃO E ASSESSORIA TÉCNICA PESQUISAS E ESTUDOS INFRAESTRUTURA FÍSICA EQUIPAMENTOS E DE VEÍCULOS FORTALECIMENTO DA PARTICIPAÇÃO DOS CATADORES DESENVOLVIMENTO DE NOVAS TECNOLOGIAS SERVIÇO DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS SERVIÇO DE ELABORAÇÃO DE PROPOSTA

Relevância para o seu negócio

Segmentos identificados

A classificação considera o texto disponível nas fontes. Um plano pode incluir várias finalidades; confira as especificações antes de interpretar o registro como potencial demanda.

Ver termos que ajudam a explicar a classificação
  • Desenvolvimento econômico: geração de renda
  • Habitação: habitação, habitacional, habitacionais, moradia, moradias
  • Meio ambiente: resíduos sólidos, reciclagem, coleta seletiva
  • Serviços e capacitação: capacitação, treinamento, assessoria
  • Veículos e transporte: veículo, veículos
  • Vestuário e proteção: epis
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Rastreabilidade

Histórico observado pelo Radar

As datas abaixo mostram quando identificamos cada mudança. Elas podem ser posteriores ao evento ou à publicação original.

  1. Alteração identificada

    Objeto
    Este projeto foi concebido em torno de quatro objetivos centrais: a) desenvolver uma nova tecnologia para coletar e armazenar recicláveis, remunerar os seus usuários; b) integrar moradores e gestores de condomínios à cadeia produtiva da reciclagem, com a implantação desta tecnologia em edifícios residenciais e conjuntos habitacionais da zona leste da cidade de São Paulo; c) fortalecer a participação de catadores que atuam em parceria com a empresa Aparas Mantovani nesta região, com a coleta do material reciclado nesses condomínios; d) ativar uma rede de comercialização de recicláveis que envolva consumidores finais, catadores formalizados e qualificados, aparistas e fabricantes de embalagens plásticas.O primeiro objetivo deste projeto é desenvolver um equipamento de coleta de recicláveis que possa ser instalado em espaços reduzidos e ser operado de maneira intuitiva por indivíduos sem treinamento técnico, e que tenham interesse em depositar de forma voluntária as embalagens dos produtos por eles consumidos. Equipamentos com esta finalidade têm sido implementados em pontos comerciais nas grandes cidades, com foco específico na coleta de vasilhames e patrocínio de empresas produtoras e distribuidoras de bebidas. Como diferencial em relação a essa solução, o equipamento ora intitulado Estação Recicladora de Pequeno Porte (ERPP) será dotado de tecnologias que permitam a identificação, a pesagem, a prensagem e o acondicionamento de recicláveis variados, tais como papelões, plásticos e vidros de diferentes especificações. Além dessas inovações, a ERPP também prevê um sistema para a precificação do material depositado e o oferecimento de cashback aos usuários cadastrados, compartilhado com os seus condomínios. Este projeto compromete-se com o desenvolvimento de três módulos pilotos, sendo dois destinados a conjuntos habitacionais populares da zona leste de São Paulo, e um módulo direcionado a um condomínio edilicial que possua Habitações de Interesse Social (HIS).O segundo objetivo da ERPP é aumentar a prática da coleta seletiva nos condomínios edilícios da cidade de São Paulo, fortalecendo a integração de moradores e gestores de condomínios à cadeia produtiva da reciclagem. O foco inicial em condomínios se justifica pela elevada proporção de apartamentos na capital paulista. De acordo com o Censo 2022 (IBGE), este tipo de habitação corresponde a 33% dos domicílios desta cidade (1.435.984 apartamentos). Entre 1995 e 2024, conforme dados públicos da Prefeitura de São Paulo, a área construída das residências verticais de médio e alto padrão passou de 76,2 milhões de metros quadrados para 191 milhões de metros quadrados. Além de mais que duplicar a área construída com edifícios residenciais em 40 anos, a cidade de São Paulo registrou uma expansão inédita dos apartamentos destinados ao público de baixa renda, impulsionada por políticas de crédito habitacional subsidiado, como o Minha Casa Minha Vida (MCMV). Somente entre 2023 e 2024, este programa totalizou 119,9 mil novas contratações na capital paulista. A ERPP surge como uma proposta de incentivo à reciclagem ajustada a este perfil habitacional. Embora no restante do país os edifícios não alcancem 15% das residências, a existência de 10.767.414 de apartamentos evidencia o potencial de expansão desta solução para outras localidades. A totalização, em 2025, de 2 milhões de moradias contratadas pelo MCMV em todo o Brasil, também coloca oportunidades para o desenvolvimento deste novo modelo de coleta seletiva ajustado à outras formas de habitação.O terceiro objetivo deste projeto é qualificar o trabalho desenvolvido pelos catadores parceiros deste projeto, com o oferecimento de suporte à formalização da sua atividade, de treinamento no manuseio da tecnologia que será desenvolvida, e com o provimento de uma infraestrutura para a realização deste trabalho – como o fornecimento de EPIs e o subsídio na aquisição de veículos – que aumente a produtividade e a lucratividade desses profissionais. Com a ERPP, os catadores parceiros terão a oportunidade de coletar materiais recicláveis compactados de forma padronizada, tornando previsível o conhecimento dos volumes e das pesagens a serem transportadas, a frequência com a qual realizarão este trabalho e a perspectiva da renda que obterão a cada operação, além de reduzir a periculosidade e a insalubridade no manejo dessa matéria prima.O quarto objetivo deste projeto é constituir uma rede de comercialização de recicláveis que tenha início no consumidor final e nos gestores dos condomínios, e, com a geração de renda para esses agentes a partir da utilização da ERPP como ponto de entrega voluntário, seja integrada à cadeia de catadores formalizados e qualificados, a empresas aparistas e às empresas fabricantes que necessitam cumprir as metas de logística reversa estabelecidas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010) e, mais recentemente, pela Política Nacional de Embalagens Plásticas (Decreto 12.688/2025). → Este projeto foi concebido em torno de quatro objetivos centrais: a) desenvolver uma nova tecnologia para coletar e armazenar recicláveis, remunerar os seus usuários; b) integrar moradores e gestores de condomínios à cadeia produtiva da reciclagem, com a implantação desta tecnologia em edifícios residenciais e conjuntos habitacionais da zona leste da cidade de São Paulo; c) fortalecer a participação de catadores que atuam em parceria com a empresa Aparas Mantovani nesta região, com a coleta do material reciclado nesses condomínios; d) ativar uma rede de comercialização de recicláveis que envolva consumidores finais, catadores formalizados e qualificados, aparistas e fabricantes de embalagens plásticas.O primeiro objetivo deste projeto é desenvolver um equipamento de coleta de recicláveis que possa ser instalado em espaços reduzidos e ser operado de maneira intuitiva por indivíduos sem treinamento técnico, e que tenham interesse em depositar de forma voluntária as embalagens dos produtos por eles consumidos. Equipamentos com esta finalidade têm sido implementados em pontos comerciais nas grandes cidades, com foco específico na coleta de vasilhames e patrocínio de empresas produtoras e distribuidoras de bebidas. Como diferencial em relação a essa solução, o equipamento ora intitulado Estação Recicladora de Pequeno Porte (ERPP) será dotado de tecnologias que permitam a identificação, a pesagem, a prensagem e o acondicionamento de recicláveis variados, tais como papelões, plásticos e vidros de diferentes especificações. Além dessas inovações, a ERPP também prevê um sistema para a precificação do material depositado e o oferecimento de cashback aos usuários cadastrados, compartilhado com os seus condomínios. Este projeto compromete-se com o desenvolvimento de três módulos pilotos, sendo dois destinados a conjuntos habitacionais populares da zona leste de São Paulo, e um módulo direcionado a um condomínio edilicial que possua Habitações de Interesse Social (HIS).O segundo objetivo da ERPP é aumentar a prática da coleta seletiva nos condomínios edilícios da cidade de São Paulo, fortalecendo a integração de moradores e gestores de condomínios à cadeia produtiva da reciclagem. O foco inicial em condomínios se justifica pela elevada proporção de apartamentos na capital paulista. De acordo com o Censo 2022 (IBGE), este tipo de habitação corresponde a 33% dos domicílios desta cidade (1.435.984 apartamentos). Entre 1995 e 2024, conforme dados públicos da Prefeitura de São Paulo, a área construída das residências verticais de médio e alto padrão passou de 76,2 milhões de metros quadrados para 191 milhões de metros quadrados. Além de mais que duplicar a área construída com edifícios residenciais em 40 anos, a cidade de São Paulo registrou uma expansão inédita dos apartamentos destinados ao público de baixa renda, impulsionada por políticas de crédito habitacional subsidiado, como o Minha Casa Minha Vida (MCMV). Somente entre 2023 e 2024, este programa totalizou 119,9 mil novas contratações na capital paulista. A ERPP surge como uma proposta de incentivo à reciclagem ajustada a este perfil habitacional. Embora no restante do país os edifícios não alcancem 15% das residências, a existência de 10.767.414 de apartamentos evidencia o potencial de expansão desta solução para outras localidades. A totalização, em 2025, de 2 milhões de moradias contratadas pelo MCMV em todo o Brasil, também coloca oportunidades para o desenvolvimento deste novo modelo de coleta seletiva ajustado à outras formas de habitação.O terceiro objetivo deste projeto é qualificar o trabalho desenvolvido pelos catadores parceiros deste projeto, com o oferecimento de suporte à formalização da sua atividade, de treinamento no manuseio da tecnologia que será desenvolvida, e com o provimento de uma infraestrutura para a realização deste trabalho – como o fornecimento de EPIs e o subsídio na aquisição de veículos – que aumente a produtividade e a lucratividade desses profissionais. Com a ERPP, os catadores parceiros terão a oportunidade de coletar materiais recicláveis compactados de forma padronizada, tornando previsível o conhecimento dos volumes e das pesagens a serem transportadas, a frequência com a qual realizarão este trabalho e a perspectiva da renda que obterão a cada operação, além de reduzir a periculosidade e a insalubridade no manejo dessa matéria prima.O quarto objetivo deste projeto é constituir uma rede de comercialização de recicláveis que tenha início no consumidor final e nos gestores dos condomínios, e, com a geração de renda para esses agentes a partir da utilização da ERPP como ponto de entrega voluntário, seja integrada à cadeia de catadores formalizados e qualificados, a empresas aparistas e às empresas fabricantes que necessitam cumprir as metas de logística reversa estabelecidas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010) e, mais recentemente, pela Política Nacional de Embalagens Plásticas (Decreto 12.688/2025). ADMINISTRAÇÃO DO PROJETO CAPACITAÇÃO, FORMAÇÃO E ASSESSORIA TÉCNICA PESQUISAS E ESTUDOS INFRAESTRUTURA FÍSICA EQUIPAMENTOS E DE VEÍCULOS FORTALECIMENTO DA PARTICIPAÇÃO DOS CATADORES DESENVOLVIMENTO DE NOVAS TECNOLOGIAS SERVIÇO DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS SERVIÇO DE ELABORAÇÃO DE PROPOSTA
  2. Registro incorporado à base