A Liga Álvaro Bahia Contra a Mortalidade Infantil (LABCMI) propõe a implantação de um sistema estruturado de coleta seletiva de resíduos comuns recicláveis no Hospital da Criança de Maringá (HCM), unidade do Sistema Único de Sa...
Registro 87903 · 2026
O que a fonte informa
- Valor do registro
- Valor não informado
- Estágio
- Planejamento registrado
- Beneficiário
- LIGA ALVARO BAHIA CONTRA A MORTALIDADE INFANTIL
- Município do beneficiário / UF
- SALVADOR / BA
- Parlamentar / autor informado
- Não informado
- Identificador na fonte
- 87903
- CNPJ do beneficiário
- 15170723000106
O município é o do beneficiário informado pela fonte; o local de execução pode ser diferente e deve ser conferido no objeto.
Situação original na fonte: Em Análise.
Origem: proposta de parceria; vínculo com emenda não confirmado.
O valor informado está associado a este registro. Ele não confirma pagamento ao fornecedor, saldo disponível ou uma contratação ainda por acontecer.
Planejamento registrado: cedo
O plano foi registrado, mas ainda não aprovado. O recurso não está garantido.
- Próximo passo
- Cedo para proposta. Bom momento para se apresentar ao beneficiário e entender a necessidade.
- Quem compra
- LIGA ALVARO BAHIA CONTRA A MORTALIDADE INFANTIL · CNPJ 15170723000106, em SALVADOR/BA. A compra é feita por ele: procure o setor de compras ou licitações.
Emenda não é licitação aberta: o recurso chega antes do edital. Entenda o caminho da emenda até a compra →
Descrição publicada na base consultada
A Liga Álvaro Bahia Contra a Mortalidade Infantil (LABCMI) propõe a implantação de um sistema estruturado de coleta seletiva de resíduos comuns recicláveis no Hospital da Criança de Maringá (HCM), unidade do Sistema Único de Saúde (SUS) e também de saúde complementar, especializada em atendimento pediátrico que opera sob sua gestão no município de Maringá, Paraná. O projeto contempla a aquisição de equipamentos de coleta, acondicionamento, transporte interno e pesagem de materiais recicláveis, e a capacitação de colaboradores em separação e manejo de resíduos, estruturando uma coleta seletiva que hoje existe apenas de forma pontual na unidade.O HCM realiza a separação física de seus resíduos em categorias (reciclável, comum, químico e infectante) em conformidade com seu Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS), atualizado em janeiro de 2026. Contudo, a coleta seletiva efetiva, com separação por tipo de material e rastreabilidade, está restrita às áreas de almoxarifado e à Central de Abastecimento Farmacêutico (CAF). Nas demais áreas administrativas e de apoio, os resíduos recicláveis seguem sem segregação formal por tipo de material, e o hospital não dispõe de dados sobre o volume reciclável gerado, lacuna que inviabiliza qualquer planejamento baseado em evidências sobre essa fração.O projeto tem como objetivos específicos: 1) Estruturar a cadeia interna de coleta seletiva nas áreas administrativas e de apoio do HCM, por meio da aquisição de equipamentos de coleta, acondicionamento, transporte interno e pesagem de materiais recicláveis do Grupo D (papel, papelão e plástico); 2) desenvolver programa de capacitação para os colaboradores, conduzido por catadores de materiais recicláveis vinculados a cooperativas do município, abrangendo equipes operacionais e administrativas; e 3) contratar assessoria técnica especializada em gestão de resíduos para apoio à implantação e ao acompanhamento do sistema de coleta seletiva, consolidando a cultura institucional de separação consciente em escala superior à das ações pontuais já realizadas.Essas ações vão além das obrigações regulatórias a que o HCM está sujeito. A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 222/2018 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que disciplina o gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde, estabelece que os resíduos sem risco biológico, químico ou radiológico, como os do Grupo D, podem ser encaminhados para reciclagem, tratando-se de faculdade e não de obrigação. Assim, a estruturação de uma coleta seletiva com segregação por tipo de material e destinação rastreável não decorre de imposição regulatória, mas constitui avanço voluntário da unidade. Conforme registrado no PGRSS, atualizado em janeiro de 2026, o hospital encontra-se em fase de implantação da coleta seletiva, de modo que o projeto cria uma cadeia estruturada que hoje não existe de forma consolidada, fortalecendo a cadeia produtiva da reciclagem e alinhando-se aos objetivos da Lei nº 14.260, de 2021, que institui o mecanismo de Incentivo à Indústria e à Cadeia Produtiva da Reciclagem (LIR). Atualmente, os materiais recicláveis gerados pelo hospital são disponibilizados à coleta realizada pelo poder público municipal, no âmbito da parceria mantida com a Prefeitura de Maringá. A unidade encontra-se, ainda, em fase de contratação de empresa que prestará o serviço de coleta e destinação de resíduos comuns em sua rotina cotidiana, independentemente do projeto.Nesse fluxo, não há destinação diferenciada formalizada para os materiais recicláveis, tampouco mecanismos de pesagem e rastreabilidade. A implantação do sistema de coleta seletiva estruturada na unidade, com pesagem e rastreabilidade dos materiais, cria as condições para que esses recicláveis sejam encaminhados como insumos mensuráveis à cadeia produtiva da reciclagem local. Essa cadeia articula-se, no município de Maringá, com a atuação de cooperativas e associações de catadores. ADMINISTRAÇÃO DO PROJETO CAPACITAÇÃO, FORMAÇÃO E ASSESSORIA TÉCNICA EQUIPAMENTOS E DE VEÍCULOS SERVIÇO DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS
Segmentos identificados
A classificação considera o texto disponível nas fontes. Um plano pode incluir várias finalidades; confira as especificações antes de interpretar o registro como potencial demanda.
Ver termos que ajudam a explicar a classificação
- Cultura e eventos: cultura
- Medicamentos e insumos: farmacêutico
- Meio ambiente: reciclagem, coleta seletiva
- Saúde e equipamentos: saúde, hospital
- Serviços e capacitação: capacitação, assessoria
- Veículos e transporte: veículo, veículos
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Histórico observado pelo Radar
As datas abaixo mostram quando identificamos cada mudança. Elas podem ser posteriores ao evento ou à publicação original.
Alteração identificada
- Objeto
- A Liga Álvaro Bahia Contra a Mortalidade Infantil (LABCMI) propõe a implantação de um sistema estruturado de coleta seletiva de resíduos comuns recicláveis no Hospital da Criança de Maringá (HCM), unidade do Sistema Único de Saúde (SUS) e também de saúde complementar, especializada em atendimento pediátrico que opera sob sua gestão no município de Maringá, Paraná. O projeto contempla a aquisição de equipamentos de coleta, acondicionamento, transporte interno e pesagem de materiais recicláveis, e a capacitação de colaboradores em separação e manejo de resíduos, estruturando uma coleta seletiva que hoje existe apenas de forma pontual na unidade.O HCM realiza a separação física de seus resíduos em categorias (reciclável, comum, químico e infectante) em conformidade com seu Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS), atualizado em janeiro de 2026. Contudo, a coleta seletiva efetiva, com separação por tipo de material e rastreabilidade, está restrita às áreas de almoxarifado e à Central de Abastecimento Farmacêutico (CAF). Nas demais áreas administrativas e de apoio, os resíduos recicláveis seguem sem segregação formal por tipo de material, e o hospital não dispõe de dados sobre o volume reciclável gerado, lacuna que inviabiliza qualquer planejamento baseado em evidências sobre essa fração.O projeto tem como objetivos específicos: 1) Estruturar a cadeia interna de coleta seletiva nas áreas administrativas e de apoio do HCM, por meio da aquisição de equipamentos de coleta, acondicionamento, transporte interno e pesagem de materiais recicláveis do Grupo D (papel, papelão e plástico); 2) desenvolver programa de capacitação para os colaboradores, conduzido por catadores de materiais recicláveis vinculados a cooperativas do município, abrangendo equipes operacionais e administrativas; e 3) contratar assessoria técnica especializada em gestão de resíduos para apoio à implantação e ao acompanhamento do sistema de coleta seletiva, consolidando a cultura institucional de separação consciente em escala superior à das ações pontuais já realizadas.Essas ações vão além das obrigações regulatórias a que o HCM está sujeito. A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 222/2018 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que disciplina o gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde, estabelece que os resíduos sem risco biológico, químico ou radiológico, como os do Grupo D, podem ser encaminhados para reciclagem, tratando-se de faculdade e não de obrigação. Assim, a estruturação de uma coleta seletiva com segregação por tipo de material e destinação rastreável não decorre de imposição regulatória, mas constitui avanço voluntário da unidade. Conforme registrado no PGRSS, atualizado em janeiro de 2026, o hospital encontra-se em fase de implantação da coleta seletiva, de modo que o projeto cria uma cadeia estruturada que hoje não existe de forma consolidada, fortalecendo a cadeia produtiva da reciclagem e alinhando-se aos objetivos da Lei nº 14.260, de 2021, que institui o mecanismo de Incentivo à Indústria e à Cadeia Produtiva da Reciclagem (LIR). Atualmente, os materiais recicláveis gerados pelo hospital são disponibilizados à coleta realizada pelo poder público municipal, no âmbito da parceria mantida com a Prefeitura de Maringá. A unidade encontra-se, ainda, em fase de contratação de empresa que prestará o serviço de coleta e destinação de resíduos comuns em sua rotina cotidiana, independentemente do projeto.Nesse fluxo, não há destinação diferenciada formalizada para os materiais recicláveis, tampouco mecanismos de pesagem e rastreabilidade. A implantação do sistema de coleta seletiva estruturada na unidade, com pesagem e rastreabilidade dos materiais, cria as condições para que esses recicláveis sejam encaminhados como insumos mensuráveis à cadeia produtiva da reciclagem local. Essa cadeia articula-se, no município de Maringá, com a atuação de cooperativas e associações de catadores. → A Liga Álvaro Bahia Contra a Mortalidade Infantil (LABCMI) propõe a implantação de um sistema estruturado de coleta seletiva de resíduos comuns recicláveis no Hospital da Criança de Maringá (HCM), unidade do Sistema Único de Saúde (SUS) e também de saúde complementar, especializada em atendimento pediátrico que opera sob sua gestão no município de Maringá, Paraná. O projeto contempla a aquisição de equipamentos de coleta, acondicionamento, transporte interno e pesagem de materiais recicláveis, e a capacitação de colaboradores em separação e manejo de resíduos, estruturando uma coleta seletiva que hoje existe apenas de forma pontual na unidade.O HCM realiza a separação física de seus resíduos em categorias (reciclável, comum, químico e infectante) em conformidade com seu Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS), atualizado em janeiro de 2026. Contudo, a coleta seletiva efetiva, com separação por tipo de material e rastreabilidade, está restrita às áreas de almoxarifado e à Central de Abastecimento Farmacêutico (CAF). Nas demais áreas administrativas e de apoio, os resíduos recicláveis seguem sem segregação formal por tipo de material, e o hospital não dispõe de dados sobre o volume reciclável gerado, lacuna que inviabiliza qualquer planejamento baseado em evidências sobre essa fração.O projeto tem como objetivos específicos: 1) Estruturar a cadeia interna de coleta seletiva nas áreas administrativas e de apoio do HCM, por meio da aquisição de equipamentos de coleta, acondicionamento, transporte interno e pesagem de materiais recicláveis do Grupo D (papel, papelão e plástico); 2) desenvolver programa de capacitação para os colaboradores, conduzido por catadores de materiais recicláveis vinculados a cooperativas do município, abrangendo equipes operacionais e administrativas; e 3) contratar assessoria técnica especializada em gestão de resíduos para apoio à implantação e ao acompanhamento do sistema de coleta seletiva, consolidando a cultura institucional de separação consciente em escala superior à das ações pontuais já realizadas.Essas ações vão além das obrigações regulatórias a que o HCM está sujeito. A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 222/2018 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que disciplina o gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde, estabelece que os resíduos sem risco biológico, químico ou radiológico, como os do Grupo D, podem ser encaminhados para reciclagem, tratando-se de faculdade e não de obrigação. Assim, a estruturação de uma coleta seletiva com segregação por tipo de material e destinação rastreável não decorre de imposição regulatória, mas constitui avanço voluntário da unidade. Conforme registrado no PGRSS, atualizado em janeiro de 2026, o hospital encontra-se em fase de implantação da coleta seletiva, de modo que o projeto cria uma cadeia estruturada que hoje não existe de forma consolidada, fortalecendo a cadeia produtiva da reciclagem e alinhando-se aos objetivos da Lei nº 14.260, de 2021, que institui o mecanismo de Incentivo à Indústria e à Cadeia Produtiva da Reciclagem (LIR). Atualmente, os materiais recicláveis gerados pelo hospital são disponibilizados à coleta realizada pelo poder público municipal, no âmbito da parceria mantida com a Prefeitura de Maringá. A unidade encontra-se, ainda, em fase de contratação de empresa que prestará o serviço de coleta e destinação de resíduos comuns em sua rotina cotidiana, independentemente do projeto.Nesse fluxo, não há destinação diferenciada formalizada para os materiais recicláveis, tampouco mecanismos de pesagem e rastreabilidade. A implantação do sistema de coleta seletiva estruturada na unidade, com pesagem e rastreabilidade dos materiais, cria as condições para que esses recicláveis sejam encaminhados como insumos mensuráveis à cadeia produtiva da reciclagem local. Essa cadeia articula-se, no município de Maringá, com a atuação de cooperativas e associações de catadores. ADMINISTRAÇÃO DO PROJETO CAPACITAÇÃO, FORMAÇÃO E ASSESSORIA TÉCNICA EQUIPAMENTOS E DE VEÍCULOS SERVIÇO DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS
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