Radar Emendas Criar alerta
RIBEIRÃO PRETO · SPPlanejamento registrado

O projeto “VIRA: Onde Resíduo Vira Oportunidade” tem por objeto o desenvolvimento e validação de tecnologia de fabricação de chapas modulares estruturais a partir de PEAD (Polietileno de Alta Densidade) reciclado pós-consumo, g...

Registro 88190 · 2026

O que a fonte informa

Valor do registro
Valor não informado
Estágio
Planejamento registrado
Beneficiário
PLASCO UPCYCLE LTDA
Município do beneficiário / UF
RIBEIRÃO PRETO / SP
Parlamentar / autor informado
Não informado
Identificador na fonte
88190
CNPJ do beneficiário
61402936000133

O município é o do beneficiário informado pela fonte; o local de execução pode ser diferente e deve ser conferido no objeto.

Situação original na fonte: Em Análise.

Origem: proposta de parceria; vínculo com emenda não confirmado.

Como interpretar o valor

O valor informado está associado a este registro. Ele não confirma pagamento ao fornecedor, saldo disponível ou uma contratação ainda por acontecer.

Conferir na fonte pública
O que fazer agora

Planejamento registrado: cedo

O plano foi registrado, mas ainda não aprovado. O recurso não está garantido.

Próximo passo
Cedo para proposta. Bom momento para se apresentar ao beneficiário e entender a necessidade.
Quem compra
PLASCO UPCYCLE LTDA · CNPJ 61402936000133, em RIBEIRÃO PRETO/SP. A compra é feita por ele: procure o setor de compras ou licitações.

Emenda não é licitação aberta: o recurso chega antes do edital. Entenda o caminho da emenda até a compra →

Objeto e finalidade

Descrição publicada na base consultada

O projeto “VIRA: Onde Resíduo Vira Oportunidade” tem por objeto o desenvolvimento e validação de tecnologia de fabricação de chapas modulares estruturais a partir de PEAD (Polietileno de Alta Densidade) reciclado pós-consumo, grau injeção, fração atualmente sem destinação de maior valor na cadeia da reciclagem brasileira. O PEAD grau injeção, utilizado em tampas, caixas plásticas e utilidades domésticas rígidas, diferencia-se do grau sopro pelo maior índice de fluidez. Ao contrário do PEAD grau sopro, ainda não possui cadeia estruturada de reciclagem, sendo frequentemente rejeitado na triagem devido à dificuldade de diferenciação em relação ao polipropileno (PP). A tecnologia constitui o ativo central do projeto e não se limita a um único produto; é transferível a múltiplas aplicações, como painéis e componentes construtivos. Serão desenvolvidos e validados nesta proposta (i) ninhos modulares para meliponicultura de abelhas nativas sem ferrão da espécie Jataí (Tetragonisca angustula) e (ii) coletores de resíduos plásticos para instalação em escolas parceiras. Essa abordagem confere ao projeto caráter sistêmico e alto potencial de replicação, já que a tecnologia de fabricação das placas constitui o ativo central transferível.O projeto contempla o disposto no artigo 3º da Lei 14260/2021, incisos III, VI, VII e VIII, atuando em “pesquisas e estudos para subsidiar ações que envolvam a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos”; “organização de redes de comercialização e de cadeias produtivas, e apoio a essas redes, integradas por microempresas, pequenas empresas, cooperativas e associações de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis”;”fortalecimento da participação dos catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis nas cadeias de reciclagem”; e “desenvolvimento de novas tecnologias para agregar valor ao trabalho de coleta de materiais reutilizáveis e recicláveis”. A proposta alinha-se ainda à Lei nº 12305/2010, à Portaria GM/MMA nº 1250/2024 e ao Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos de Ribeirão Preto, ao promover valorização de uma fração reciclável hoje subaproveitada e fortalecer a inclusão socioprodutiva de catadores. O projeto conta com quatro frentes integradas:Frente 1 — Estruturação da cadeia de suprimento em parceria com a Cooperagir, responsável pela coleta, triagem e fornecimento do PEAD grau injeção. O projeto prevê aquisição de equipamentos e capacitação técnica dos catadores. A Cooperagir será remunerada pelo material fornecido, gerando renda adicional aos cooperados. O material triado seguirá para reciclagem mecânica (moagem, lavagem, secagem, extrusão e peletização), e posterior fabricação das chapas. Frente 2 — Desenvolvimento e otimização do processo de fabricação de chapas estruturais, visando atender aos requisitos de resistência mecânica, isolamento térmico, durabilidade e segurança biológica. A engenharia de materiais será conduzida pela proponente, Plasco Upcycle, que também sistematizará e escalará o processo atualmente realizado em escala artesanal. Frente 3 — Mobilização e educação ambiental em escolas parceiras com instalação de coletores, formação sobre reciclagem e economia circular. Escolas que atingirem a meta de coleta receberão um ninho de abelhas nativas, viabilizando a implantação de meliponário próprio como instrumento pedagógico permanente. A Casa Melí coordenará a articulação com escolas e ações de educação ambiental. Frente 4 — Prototipagem, validação e lote piloto. Produção de protótipos e implantação junto a meliponicultores vinculados à ACANP (Associação dos Criadores de Abelhas Nativas do Nordeste Paulista), com validação biológica conduzida pela Casa Melí. Após testes e ajustes, procede-se à produção em escala inicial, consolidando o processo de fabricação de placas e ninhos e preparando a tecnologia para difusão junto a meliponicultores e segmentos interessados.O escopo financiado pela LIR compreende as etapas até a produção do lote piloto. Estudos de monitoramento ecológico dos ninhos serão objeto de financiamento complementar por fonte específica, não onerando os recursos desta proposta. A execução inclui três atores com papéis definidos: a Plasco (proponente) responde pela tecnologia, fabricação e gestão; a Casa Melí, pela validação biológica, ações de educação ambiental e mobilização de escolas; e a Cooperagir, pela coleta e triagem qualificada. O projeto conta ainda com apoio da ACANP como parceira na validação de campo, e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Sustentabilidade de Ribeirão Preto, como articuladora com unidades escolares do município. Em 24 meses, o projeto prevê reciclar 12 toneladas de PEAD grau injeção, capacitar catadores, instalar coletores em escolas e produzir ninhos para meliponicultura. Concluído o financiamento, a cadeia estruturada, a cooperativa qualificada e a tecnologia validada permanecem operantes, assegurando a continuidade do impacto. A Meta IX assegura a gestão eficiente e transparente do projeto ao longo dos vinte e quatro meses de execução, articulando os três executores — Plasco, Casa Melí e Cooperagir — em torno de um plano de trabalho integrado. A gestão será conduzida pela coordenação geral, com apoio administrativo e financeiro. As ações incluem o monitoramento físico-financeiro, a avaliação de indicadores, a prestação de contas com assessoria contábil especializada, o atendimento a diligências e a divulgação institucional dos resultados, assegurando o cumprimento das obrigações previstas na regulamentação da LIR. ADMINISTRAÇÃO DO PROJETO A Meta I contempla ações formativas voltadas aos três públicos beneficiários do projeto. Para os cooperados da Cooperagir, prevê capacitação técnica em identificação e diferenciação de resinas (PEAD e PP), triagem, limpeza e armazenamento, além de assessoria de fortalecimento institucional da cooperativa. Para a comunidade escolar, contempla ações de educação ambiental sobre tipos de plástico, reúso, economia circular, e meliponicultura, com material didático e oficinas. Para os meliponicultores da ACANP, prevê formação no manejo dos ninhos modulares. As atividades qualificam a oferta de material na origem, ampliam a adesão à coleta seletiva e fortalecem a cadeia da reciclagem local. CAPACITAÇÃO, FORMAÇÃO E ASSESSORIA TÉCNICA A Meta III contempla as pesquisas que subsidiam a validação técnica da tecnologia de fabricação de chapas modulares a partir de PEAD reciclado grau injeção. Inclui o desenvolvimento e a validação tecnológica dos ninhos para abelhas nativas sem ferrão, requisitos técnicos, testes de desempenho, adaptação das colônias e protocolos. Contempla ainda ensaios laboratoriais das chapas (resistência, durabilidade, isolamento térmico e segurança biológica). As atividades geram documentação técnica com potencial de transferência tecnológica. PESQUISAS E ESTUDOS A Meta V contempla a aquisição dos equipamentos e veículos necessários à operação da cadeia produtiva, distribuídos entre a cooperativa e a unidade de fabricação. Para a Cooperagir, prevê veículo de coleta, equipamentos de triagem e movimentação, estrutura de armazenamento, EPIs e sistema de rastreabilidade. Para a linha de fabricação, contempla os equipamentos de corte, modelagem e acabamento das chapas e os EPIs da equipe industrial. As aquisições viabilizam a capacidade produtiva do projeto e a geração de resultados mensuráveis e auditáveis. EQUIPAMENTOS E DE VEÍCULOS A Meta VI contempla a estruturação da cadeia produtiva para o PEAD grau injeção pós-consumo, articulando triagem, beneficiamento, fabricação e comercialização. Inclui o beneficiamento e a peletização do material por empresa especializada, a logística de insumos entre a cooperativa, a beneficiadora e a unidade fabril, e a operação da unidade de fabricação. Contempla ainda a mobilização e ampliação da rede de coleta, com engajamento de escolas, empresas e comunidade e campanhas de comunicação. A cadeia estruturada é o principal resultado do projeto, permanecendo operante após o término do financiamento. REDES DE COMERCIALIZAÇÃO E DE CADEIAS PRODUTIVAS A Meta VII contempla ações de fortalecimento da participação dos cooperados da Cooperagir na cadeia da reciclagem. Inclui a remuneração da cooperativa pelo material triado, com pagamento por volume entregue e valor acima do mercado regional, e a geração de postos de trabalho de coleta e triagem ao longo dos vinte e quatro meses de execução. As atividades inserem os catadores como agentes econômicos qualificados da cadeia, com relação direta com a indústria transformadora. FORTALECIMENTO DA PARTICIPAÇÃO DOS CATADORES A Meta VIII contempla o desenvolvimento e a consolidação da tecnologia de fabricação das chapas e a produção dos ninhos e coletores. Inclui a produção das chapas e a montagem dos ninhos e coletores escolares com face acrílica, a otimização do processo e a prototipagem, além do povoamento das colônias e do acompanhamento técnico e monitoramento científico dos ninhos em campo. As atividades consolidam a tecnologia como ativo transferível, com potencial de replicação para outras estruturas e segmentos produtivos. DESENVOLVIMENTO DE NOVAS TECNOLOGIAS A Meta X contempla a contratação de serviço especializado de captação de recursos junto a incentivadores, responsável pela mobilização do financiamento necessário à viabilização do projeto. As ações incluem a prospecção e o relacionamento com potenciais incentivadores, a articulação dos aportes e o acompanhamento da captação ao longo da execução. SERVIÇO DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS

Relevância para o seu negócio

Segmentos identificados

A classificação considera o texto disponível nas fontes. Um plano pode incluir várias finalidades; confira as especificações antes de interpretar o registro como potencial demanda.

Ver termos que ajudam a explicar a classificação
  • Agricultura e desenvolvimento rural: agricultura
  • Educação: educação, escola, escolas, escolar, escolares, didático, pedagógico
  • Limpeza e manutenção: limpeza
  • Meio ambiente: meio ambiente, ambiental, resíduos sólidos, reciclagem, coleta seletiva, sustentabilidade, economia circular
  • Obras e infraestrutura: engenharia
  • Serviços e capacitação: capacitação, assessoria
  • Veículos e transporte: veículo, veículos
  • Vestuário e proteção: epis
Repasses parecidos

Mais recursos abertos por perto

Rastreabilidade

Histórico observado pelo Radar

As datas abaixo mostram quando identificamos cada mudança. Elas podem ser posteriores ao evento ou à publicação original.

  1. Registro incorporado à base