Radar Ementas Criar alerta
ANGRA DOS REIS · RJPlanejamento registrado

Fortalecer e operar, durante o ano-calendário de 2027, a cadeia caiçara de logística reversa de redes de pesca descartadas na Costa Verde do Estado do Rio de Janeiro, por meio da coleta, recebimento, triagem, armazenamento, ben...

Registro 88367 · 2026

O que a fonte informa

Valor do registro
Valor não informado
Estágio
Planejamento registrado
Beneficiário
REDE MARULHO DE IMPACTO SOCIOAMBIENTAL
Município do beneficiário / UF
ANGRA DOS REIS / RJ
Parlamentar / autor informado
Não informado
Identificador na fonte
88367
CNPJ do beneficiário
60209473000125

O município é o do beneficiário informado pela fonte; o local de execução pode ser diferente e deve ser conferido no objeto.

Situação original na fonte: Em Análise.

Origem: proposta de parceria; vínculo com emenda não confirmado.

Como interpretar o valor

O valor informado está associado a este registro. Ele não confirma pagamento ao fornecedor, saldo disponível ou uma contratação ainda por acontecer.

Conferir na fonte pública
O que fazer agora

Planejamento registrado: cedo

O plano foi registrado, mas ainda não aprovado. O recurso não está garantido.

Próximo passo
Cedo para proposta. Bom momento para se apresentar ao beneficiário e entender a necessidade.
Quem compra
REDE MARULHO DE IMPACTO SOCIOAMBIENTAL · CNPJ 60209473000125, em ANGRA DOS REIS/RJ. A compra é feita por ele: procure o setor de compras ou licitações.

Emenda não é licitação aberta: o recurso chega antes do edital. Entenda o caminho da emenda até a compra →

Objeto e finalidade

Descrição publicada na base consultada

Fortalecer e operar, durante o ano-calendário de 2027, a cadeia caiçara de logística reversa de redes de pesca descartadas na Costa Verde do Estado do Rio de Janeiro, por meio da coleta, recebimento, triagem, armazenamento, beneficiamento e destinação ambientalmente adequada de resíduos oriundos da atividade pesqueira, promovendo a conservação dos ecossistemas marinhos, a economia circular, a inclusão produtiva e a valorização dos saberes tradicionais das comunidades pesqueiras.O projeto MARISCO – Manejo Artesanal de Redes: Impacto Socioambiental Caiçara e Oceânico – visa consolidar e ampliar a primeira cadeia produtiva nacional de reciclagem de redes de pesca descartadas, material considerado um dos resíduos plásticos mais perigosos para a biodiversidade marinha e que, atualmente, não possui rota formal de reciclagem no Brasil.A proposta prevê a operação contínua de três pontos de recebimento e triagem de redes de pesca, localizados no Cais dos Pescadores de Angra dos Reis, na Praia de Matariz e em Provetá, bem como a realização de atividades regulares em cinco comunidades tradicionais caiçaras da Baía da Ilha Grande: Matariz, Provetá, Aventureiro, Praia do Sono e Ponta Negra.Ao longo de sua execução, o projeto promoverá a interceptação e destinação adequada de 4.500 quilogramas de redes de pesca descartadas, evitando sua permanência no ambiente marinho e sua disposição inadequada em aterros ou queimadas. O material coletado será encaminhado para processos de reaproveitamento artesanal, reciclagem mecânica e desenvolvimento de novos produtos, fortalecendo a cadeia produtiva da reciclagem e gerando benefícios econômicos, sociais e ambientais para as comunidades envolvidas.A proposta também contempla a realização de doze ações de educação ambiental e cultura oceânica em escolas públicas e comunidades tradicionais, alcançando aproximadamente quinhentas pessoas, além da produção de conteúdos audiovisuais para disseminação da metodologia e ampliação do alcance das ações educativas.Por meio desta iniciativa, a Rede Marulho busca consolidar sua Tecnologia Social reconhecida pela Fundação Banco do Brasil e fortalecer uma solução inovadora de logística reversa para resíduos pesqueiros, promovendo a proteção dos oceanos, a geração de trabalho e renda e a valorização do patrimônio cultural imaterial associado à pesca artesanal caiçara. ADMINISTRAÇÃO DO PROJETO Fortalecer e operar a cadeia produtiva de reciclagem de redes de pesca descartadas na Costa Verde do Estado do Rio de Janeiro, integrando pescadores artesanais, comunidades caiçaras e processos de coleta, recebimento, triagem, armazenamento, beneficiamento, reaproveitamento e destinação ambientalmente adequada dos materiais. A meta compreenderá a atuação de equipe operacional responsável pelo processamento das redes, apoio às atividades de coleta e movimentação dos resíduos e operação da embarcação utilizada no transporte marítimo. Também contemplará a manutenção de espaços operacionais em Angra dos Reis e Matariz, destinados ao recebimento, armazenamento temporário, organização e apoio à triagem. As ações atenderão comunidades da Baía da Ilha Grande, contribuindo para a redução da poluição marinha, o fortalecimento da logística reversa, a economia circular, a inclusão produtiva e a geração de trabalho e renda para famílias caiçaras. REDES DE COMERCIALIZAÇÃO E DE CADEIAS PRODUTIVAS Garantir a disponibilidade de equipamentos e da estrutura operacional necessária ao funcionamento da cadeia de logística reversa de redes de pesca, apoiando as atividades de coleta, triagem, processamento e monitoramento do projeto. EQUIPAMENTOS E DE VEÍCULOS

Relevância para o seu negócio

Segmentos identificados

A classificação considera o texto disponível nas fontes. Um plano pode incluir várias finalidades; confira as especificações antes de interpretar o registro como potencial demanda.

Ver termos que ajudam a explicar a classificação
  • Agricultura e desenvolvimento rural: pesca
  • Cultura e eventos: cultura, cultural
  • Educação: educação, escola, escolas
  • Meio ambiente: ambiental, ambientais, reciclagem, economia circular
  • Veículos e transporte: veículo, veículos, embarcação
Repasses parecidos

Mais recursos abertos por perto

Rastreabilidade

Histórico observado pelo Radar

As datas abaixo mostram quando identificamos cada mudança. Elas podem ser posteriores ao evento ou à publicação original.

  1. Alteração identificada

    Objeto
    Fortalecer e operar, durante o ano-calendário de 2027, a cadeia caiçara de logística reversa de redes de pesca descartadas na Costa Verde do Estado do Rio de Janeiro, por meio da coleta, recebimento, triagem, armazenamento, beneficiamento e destinação ambientalmente adequada de resíduos oriundos da atividade pesqueira, promovendo a conservação dos ecossistemas marinhos, a economia circular, a inclusão produtiva e a valorização dos saberes tradicionais das comunidades pesqueiras.O projeto MARISCO – Manejo Artesanal de Redes: Impacto Socioambiental Caiçara e Oceânico – visa consolidar e ampliar a primeira cadeia produtiva nacional de reciclagem de redes de pesca descartadas, material considerado um dos resíduos plásticos mais perigosos para a biodiversidade marinha e que, atualmente, não possui rota formal de reciclagem no Brasil.A proposta prevê a operação contínua de três pontos de recebimento e triagem de redes de pesca, localizados no Cais dos Pescadores de Angra dos Reis, na Praia de Matariz e em Provetá, bem como a realização de atividades regulares em cinco comunidades tradicionais caiçaras da Baía da Ilha Grande: Matariz, Provetá, Aventureiro, Praia do Sono e Ponta Negra.Ao longo de sua execução, o projeto promoverá a interceptação e destinação adequada de 4.500 quilogramas de redes de pesca descartadas, evitando sua permanência no ambiente marinho e sua disposição inadequada em aterros ou queimadas. O material coletado será encaminhado para processos de reaproveitamento artesanal, reciclagem mecânica e desenvolvimento de novos produtos, fortalecendo a cadeia produtiva da reciclagem e gerando benefícios econômicos, sociais e ambientais para as comunidades envolvidas.A proposta também contempla a realização de doze ações de educação ambiental e cultura oceânica em escolas públicas e comunidades tradicionais, alcançando aproximadamente quinhentas pessoas, além da produção de conteúdos audiovisuais para disseminação da metodologia e ampliação do alcance das ações educativas.Por meio desta iniciativa, a Rede Marulho busca consolidar sua Tecnologia Social reconhecida pela Fundação Banco do Brasil e fortalecer uma solução inovadora de logística reversa para resíduos pesqueiros, promovendo a proteção dos oceanos, a geração de trabalho e renda e a valorização do patrimônio cultural imaterial associado à pesca artesanal caiçara. → Fortalecer e operar, durante o ano-calendário de 2027, a cadeia caiçara de logística reversa de redes de pesca descartadas na Costa Verde do Estado do Rio de Janeiro, por meio da coleta, recebimento, triagem, armazenamento, beneficiamento e destinação ambientalmente adequada de resíduos oriundos da atividade pesqueira, promovendo a conservação dos ecossistemas marinhos, a economia circular, a inclusão produtiva e a valorização dos saberes tradicionais das comunidades pesqueiras.O projeto MARISCO – Manejo Artesanal de Redes: Impacto Socioambiental Caiçara e Oceânico – visa consolidar e ampliar a primeira cadeia produtiva nacional de reciclagem de redes de pesca descartadas, material considerado um dos resíduos plásticos mais perigosos para a biodiversidade marinha e que, atualmente, não possui rota formal de reciclagem no Brasil.A proposta prevê a operação contínua de três pontos de recebimento e triagem de redes de pesca, localizados no Cais dos Pescadores de Angra dos Reis, na Praia de Matariz e em Provetá, bem como a realização de atividades regulares em cinco comunidades tradicionais caiçaras da Baía da Ilha Grande: Matariz, Provetá, Aventureiro, Praia do Sono e Ponta Negra.Ao longo de sua execução, o projeto promoverá a interceptação e destinação adequada de 4.500 quilogramas de redes de pesca descartadas, evitando sua permanência no ambiente marinho e sua disposição inadequada em aterros ou queimadas. O material coletado será encaminhado para processos de reaproveitamento artesanal, reciclagem mecânica e desenvolvimento de novos produtos, fortalecendo a cadeia produtiva da reciclagem e gerando benefícios econômicos, sociais e ambientais para as comunidades envolvidas.A proposta também contempla a realização de doze ações de educação ambiental e cultura oceânica em escolas públicas e comunidades tradicionais, alcançando aproximadamente quinhentas pessoas, além da produção de conteúdos audiovisuais para disseminação da metodologia e ampliação do alcance das ações educativas.Por meio desta iniciativa, a Rede Marulho busca consolidar sua Tecnologia Social reconhecida pela Fundação Banco do Brasil e fortalecer uma solução inovadora de logística reversa para resíduos pesqueiros, promovendo a proteção dos oceanos, a geração de trabalho e renda e a valorização do patrimônio cultural imaterial associado à pesca artesanal caiçara. ADMINISTRAÇÃO DO PROJETO Fortalecer e operar a cadeia produtiva de reciclagem de redes de pesca descartadas na Costa Verde do Estado do Rio de Janeiro, integrando pescadores artesanais, comunidades caiçaras e processos de coleta, recebimento, triagem, armazenamento, beneficiamento, reaproveitamento e destinação ambientalmente adequada dos materiais. A meta compreenderá a atuação de equipe operacional responsável pelo processamento das redes, apoio às atividades de coleta e movimentação dos resíduos e operação da embarcação utilizada no transporte marítimo. Também contemplará a manutenção de espaços operacionais em Angra dos Reis e Matariz, destinados ao recebimento, armazenamento temporário, organização e apoio à triagem. As ações atenderão comunidades da Baía da Ilha Grande, contribuindo para a redução da poluição marinha, o fortalecimento da logística reversa, a economia circular, a inclusão produtiva e a geração de trabalho e renda para famílias caiçaras. REDES DE COMERCIALIZAÇÃO E DE CADEIAS PRODUTIVAS Garantir a disponibilidade de equipamentos e da estrutura operacional necessária ao funcionamento da cadeia de logística reversa de redes de pesca, apoiando as atividades de coleta, triagem, processamento e monitoramento do projeto. EQUIPAMENTOS E DE VEÍCULOS
    Segmentos
    Educação, Agricultura e desenvolvimento rural, Cultura e eventos, Meio ambiente → Veículos e transporte, Educação, Agricultura e desenvolvimento rural, Cultura e eventos, Meio ambiente
  2. Alteração identificada

  3. Registro incorporado à base