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SÃO PAULO · SPPlanejamento registrado

Enfrentando o desafio da reciclagem de plásticos flexíveis no BrasilO lixo plástico flexível é um dos desafios ambientais mais urgentes do Brasil. Só no ano passado, mais de 4 milhões de toneladas de embalagens plásticas flexív...

Registro 912 · 2025

Registro de 2025

Este registro pertence a um exercício anterior. A presença na base não indica uma nova destinação ou uma compra atual; confira as datas e a situação na fonte.

O que a fonte informa

Valor do registro
Valor não informado
Estágio
Planejamento registrado
Beneficiário
DELTERRA BRASIL
Município do beneficiário / UF
SÃO PAULO / SP
Parlamentar / autor informado
Não informado
Identificador na fonte
912
CNPJ do beneficiário
48819790000168

O município é o do beneficiário informado pela fonte; o local de execução pode ser diferente e deve ser conferido no objeto.

Situação original na fonte: Em Elaboração.

Origem: proposta de parceria; vínculo com emenda não confirmado.

Como interpretar o valor

O valor informado está associado a este registro. Ele não confirma pagamento ao fornecedor, saldo disponível ou uma contratação ainda por acontecer.

Conferir na fonte pública
Objeto e finalidade

Descrição publicada na base consultada

Enfrentando o desafio da reciclagem de plásticos flexíveis no BrasilO lixo plástico flexível é um dos desafios ambientais mais urgentes do Brasil. Só no ano passado, mais de 4 milhões de toneladas de embalagens plásticas flexíveis foram produzidas. Os plásticos flexíveis continuam entre os menos reciclados, com uma taxa de reciclagem estimada de menos de 4%, o que é significativamente menor do que outros materiais plásticos, como PET (taxa de reciclagem de 25%) e PEAD (taxa de reciclagem de 14%).Ao mesmo tempo, o Brasil tem uma oportunidade única de desbloquear a circularidade dos plásticos em escala, apoiada por uma legislação em evolução e uma ampla infraestrutura de coleta e triagem, incluindo mais de 3.000 cooperativas e um ecossistema de reciclagem bem desenvolvido e lucrativo.Para resolver isso, a Delterra, em parceria com a Yattó, pretende lançar este projeto para demonstrar um mercado sustentável para PEBD reciclado pós-consumo de alta qualidade no Brasil. Acreditamos que projetar, pilotar e testar uma abordagem abrangente — que alinhe a oferta e a demanda por reciclagem de plásticos flexíveis — é essencial. Esta iniciativa reunirá os principais participantes do ecossistema, incluindo recicladores, cooperativas e marcas, para impulsionar mudanças sistêmicas.O objetivo principal do projeto é provar que um ecossistema de reciclagem robusto e resiliente para plásticos flexíveis pode ser estabelecido, que pode ser escalonado nacionalmente.Os principais objetivos deste projeto de 3 anos são:Desviar uma quantidade crescente de plástico flexível de aterros sanitários, escalonando e otimizando os processos de gerenciamento de resíduos, aumentando, em última análise, as taxas de reciclagem em todos os locais participantes (1-2 cidades).Apoiar cooperativas na redução da rejeição de plásticos flexíveis por meio de treinamento direcionado, infraestrutura de triagem aprimorada e incentivos aprimorados para o manuseio sustentável de resíduos.Estabelecer um fornecimento constante de LDPE reciclado criando redes de coleta robustas e operações de processamento confiáveis ​​que atendam à demanda do mercado.Garantir acordos de compra confirmados para plástico reciclado, garantindo viabilidade comercial de longo prazo e reforçando a confiança no mercado de materiais reciclados.Há um precedente comprovado para isso na região da América Latina — esta proposta se baseia em lições aprendidas de uma iniciativa bem-sucedida liderada pela Delterra em parceria com a Alliance to End Plastic Waste em Buenos Aires, Argentina. Lá, a Delterra demonstrou que intervenções integradas em toda a cadeia de valor podem permitir a reciclagem em larga escala de plásticos flexíveis.Para referência, os principais componentes do modelo de Buenos Aires incluíam:Subsidiar esforços de reciclagem: um subsídio incentivou cooperativas de resíduos a separar plásticos flexíveis. Na Argentina, foi inicialmente definido em US$ 150 por tonelada, caiu para US$ 60 por tonelada em um ano, graças a ganhos de eficiência e economias de escala.Capacitação: investimentos em máquinas melhoraram a capacidade dos recicladores de lavar e extrudar plásticos flexíveis, especialmente aqueles contaminados por fontes domésticas.Integração da cadeia de valor: colaboração entre vários recicladores, mais de uma dúzia de cooperativas de resíduos, DOW.Até o momento, em pouco menos de 2 anos, o projeto de Buenos Aires reciclou 5.000 toneladas de plásticos flexíveis, desviando-os de aterros sanitários e provando a viabilidade dessa abordagem. Ao adaptar este modelo comprovado ao Brasil, este projeto busca catalisar uma mudança sistêmica na reciclagem de plásticos flexíveis, alinhando-se com as prioridades ambientais do Brasil de evoluir ainda mais a cadeia de gerenciamento de resíduos para materiais de baixo valor e aumentar a renda dos catadores, ao mesmo tempo em que cria valor econômico e social para suas comunidades.Fontes de dados mencionadas:4 milhões de toneladas de embalagens plásticas flexíveis produzidas em 2024: Com base no estudo de gravimetria de resíduos municipais de 2020 da ABREMA e dados de 2024 do Panorama da ReciclagemTaxas de reciclagem de plásticos: pesquisa Plasteax, banco de dados privado, 2019. ADMINISTRAÇÃO DO PROJETO

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Segmentos identificados

A classificação considera o texto disponível nas fontes. Um plano pode incluir várias finalidades; confira as especificações antes de interpretar o registro como potencial demanda.

Ver termos que ajudam a explicar a classificação
  • Meio ambiente: ambientais, reciclagem
  • Serviços e capacitação: capacitação, treinamento
Rastreabilidade

Histórico observado pelo Radar

As datas abaixo mostram quando identificamos cada mudança. Elas podem ser posteriores ao evento ou à publicação original.

  1. Registro incorporado à base