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SÃO CARLOS · SPPlanejamento registrado

Estudo publicado em março de 2026 pelo ReHubs e Boston Consulting Group aponta que em 2025 a Europa gerou 15,2 milhões de toneladas de resíduos têxteis, sendo 13,3 milhões de pós-consumo com apenas 1,5 milhões sendo recolhidas ...

Registro 87977 · 2026

O que a fonte informa

Valor do registro
Valor não informado
Estágio
Planejamento registrado
Beneficiário
LCM TREINAMENTO E CONSULTORIA EM SUSTENTABILIDADE LTDA
Município do beneficiário / UF
SÃO CARLOS / SP
Parlamentar / autor informado
Não informado
Identificador na fonte
87977
CNPJ do beneficiário
12195952000197

O município é o do beneficiário informado pela fonte; o local de execução pode ser diferente e deve ser conferido no objeto.

Situação original na fonte: Em Elaboração.

Origem: proposta de parceria; vínculo com emenda não confirmado.

Como interpretar o valor

O valor informado está associado a este registro. Ele não confirma pagamento ao fornecedor, saldo disponível ou uma contratação ainda por acontecer.

Conferir na fonte pública
O que fazer agora

Planejamento registrado: cedo

O plano foi registrado, mas ainda não aprovado. O recurso não está garantido.

Próximo passo
Cedo para proposta. Bom momento para se apresentar ao beneficiário e entender a necessidade.
Quem compra
LCM TREINAMENTO E CONSULTORIA EM SUSTENTABILIDADE LTDA · CNPJ 12195952000197, em SÃO CARLOS/SP. A compra é feita por ele: procure o setor de compras ou licitações.

Emenda não é licitação aberta: o recurso chega antes do edital. Entenda o caminho da emenda até a compra →

Objeto e finalidade

Descrição publicada na base consultada

Estudo publicado em março de 2026 pelo ReHubs e Boston Consulting Group aponta que em 2025 a Europa gerou 15,2 milhões de toneladas de resíduos têxteis, sendo 13,3 milhões de pós-consumo com apenas 1,5 milhões sendo recolhidas e triadas e menos de 1% sendo efetivamente reciclado em novos produtos. Para enfrentar esse desafio, em março de 2022 a União Europeia (UE) adotou a Estratégia para Têxteis Sustentáveis e Circulares com destaque para as seguintes regulamentações: 1. Regulamento de Ecodesign para Produtos Sustentáveis, que proíbe a destruição de estoque, define diretrizes de Design para Circularidade e Reciclagem e teor mínimo de conteúdo reciclado em novos produtos; 2. Revisão da Diretiva-Quadro de Resíduos, que definiu que os países da UE são obrigados a manter sistemas de coleta separada para resíduos têxteis domésticos – em vigor desde janeiro de 2025 - e que marcas e varejistas, baseados no princípio da Responsabilidade Estendida do Produtor, passam a ser financeiramente responsáveis pela coleta seletiva, triagem e reciclagem dos produtos que colocam no mercado; 3. Diretiva de Alegações Ecológicas, focada em combater o greenwashing proibindo o uso de termos vagos como, “sustentável”, "verde" ou "consciente" sem dados metodológicos homologados que comprovem a afirmação. Dessa forma, requisitos de sustentabilidade e economia circular deixaram de ser metas voluntárias e se tornaram exigências legais que vem impulsionando empresas líderes do setor a buscarem soluções conjuntas mobilizando entidades representativas, universidades, startups, centros de pesquisa, fornecedores, capital de risco e empreendedores que, em conjunto, estruturaram redes de colaboração que deram origem a um ecossistema de inovação circular que é hoje referência mundial e responsável pela criação de milhares de novos empregos associado: segundo estimativas da UE, entre 20 a 35 empregos são criados para cada 1000 toneladas de têxteis recolhidas para reutilização e/ou reciclagem. No Brasil, segundo estudo da S2F Partners de 2025, 4,6 milhões de toneladas desse tipo de resíduos são gerados anualmente. No entanto, enquanto os resíduos têxteis industriais são contemplados pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), há um “vácuo legislativo” no que se refere aos produtos confeccionados usados, posto que não existe previsão na PNRS para o estabelecimento de um sistema de Logística Reversa (LR) para esses resíduos. No entanto, nos últimos anos observa-se o surgimento de um clima institucional favorável a mudanças nesse cenário em função de políticas e instrumentos como a Nova Indústria Brasil, a Estratégia e Plano Nacional de Economia Circular e a Lei de Incentivo a Reciclagem. Nesse contexto, a estruturação no Brasil de um ecossistema circular para gerenciar esses resíduos pode servir de plataforma para fomentar um novo modelo de desenvolvimento industrial focado criação de valor, na redução de impactos ambientais negativos, na geração de emprego e renda e na inclusão social, já que a gestão de qualquer tipo de resíduos sólidos no Brasil passa, necessariamente, pela inclusão dos catadores de materiais recicláveis, autônomos ou cooperados. Assim sendo, em linha com a meta que trata da realização de pesquisas e estudos definida no Art. 3º da Lei nº 14.260, de 2021, o objeto desta proposta é um projeto de pesquisa cujo objetivo geral é propor um modelo de LR para aos resíduos têxteis de pós-consumo que servirá de plataforma para a estruturação de um ecossistema de inovação circular para a indústria da moda nacional. Para atingir esse objetivo, a metodologia proposta envolve a elaboração de estudos abordando políticas públicas, melhores práticas de gestão e Best Available Technologies para coleta, triagem e reciclagem de resíduos têxteis de pós-consumo adotadas na Europa, a situação atual da reciclagem têxtil no Brasil bem como exemplos de sistemas de LR já em funcionamento e de programas de recolhimento e reuso/reciclagem de peças de roupas usadas. Esses estudos formarão a base conceitual das propostas a serem elaboradas no projeto e incluem instrumentos de coleta de dados como a revisão bibliográfica sistemática, o estudo múltiplos de casos, entrevistas estruturadas (com especialistas independentes, pesquisadores, gestores de sustentabilidade das principais marcas e varejistas de moda Brasileiras, com representantes da Associação Brasileira da Indústria Têxtil, da Associação Brasileira do Varejo Têxtil e de cooperativas de catadores de materiais reciclados) e a realização de uma série de workshops multistakeholders conduzidos nas regiões nordeste, sudeste e sul. Adicionalmente, serão desenvolvidos módulos de capacitação em Design para Reciclagem e Design para Economia Circular e, ao final do projeto, será realizado um evento público para apresentação dos resultados finas e fomentar aos debates sobre a gestão dos resíduos têxteis de pós-consumo e o engajamento da sociedade. ADMINISTRAÇÃO DO PROJETO Estudo que visa subsidiar a elaboração de uma proposta de modelo de operação e financiamento de um sistema de LR para as roupas descartadas. Esse estudo será realizado em parceria com a Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) e a Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária (FEA), ambas unidades da Universidade de São Paulo (USP), e o modelo a ser proposto levará em consideração o princípio da responsabilidade compartilhada preconizada pela PNRS bem como exemplos bem sucedidos de sistema de LR em funcionamento no Brasil e na Europa PESQUISAS E ESTUDOS Capacitação técnica em Design para Economia Circular e Design para a Reciclagem de produtos de moda (vestuário). CAPACITAÇÃO, FORMAÇÃO E ASSESSORIA TÉCNICA

Relevância para o seu negócio

Segmentos identificados

A classificação considera o texto disponível nas fontes. Um plano pode incluir várias finalidades; confira as especificações antes de interpretar o registro como potencial demanda.

Ver termos que ajudam a explicar a classificação
  • Cultura e eventos: evento
  • Educação: universidade
  • Meio ambiente: ambientais, resíduos sólidos, reciclagem, coleta seletiva, sustentabilidade, economia circular
  • Obras e infraestrutura: engenharia
  • Serviços e capacitação: capacitação, assessoria
  • Vestuário e proteção: vestuário
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Rastreabilidade

Histórico observado pelo Radar

As datas abaixo mostram quando identificamos cada mudança. Elas podem ser posteriores ao evento ou à publicação original.

  1. Alteração identificada

    Objeto
    Estudo publicado em março de 2026 pelo ReHubs e Boston Consulting Group aponta que em 2025 a Europa gerou 15,2 milhões de toneladas de resíduos têxteis, sendo 13,3 milhões de pós-consumo com apenas 1,5 milhões sendo recolhidas e triadas e menos de 1% sendo efetivamente reciclado em novos produtos. Para enfrentar esse desafio, em março de 2022 a União Europeia (UE) adotou a Estratégia para Têxteis Sustentáveis e Circulares com destaque para as seguintes regulamentações: 1. Regulamento de Ecodesign para Produtos Sustentáveis, que proíbe a destruição de estoque, define diretrizes de Design para Circularidade e Reciclagem e teor mínimo de conteúdo reciclado em novos produtos; 2. Revisão da Diretiva-Quadro de Resíduos, que definiu que os países da UE são obrigados a manter sistemas de coleta separada para resíduos têxteis domésticos – em vigor desde janeiro de 2025 - e que marcas e varejistas, baseados no princípio da Responsabilidade Estendida do Produtor, passam a ser financeiramente responsáveis pela coleta seletiva, triagem e reciclagem dos produtos que colocam no mercado; 3. Diretiva de Alegações Ecológicas, focada em combater o greenwashing proibindo o uso de termos vagos como, “sustentável”, "verde" ou "consciente" sem dados metodológicos homologados que comprovem a afirmação. Dessa forma, requisitos de sustentabilidade e economia circular deixaram de ser metas voluntárias e se tornaram exigências legais que vem impulsionando empresas líderes do setor a buscarem soluções conjuntas mobilizando entidades representativas, universidades, startups, centros de pesquisa, fornecedores, capital de risco e empreendedores que, em conjunto, estruturaram redes de colaboração que deram origem a um ecossistema de inovação circular que é hoje referência mundial e responsável pela criação de milhares de novos empregos associado: segundo estimativas da UE, entre 20 a 35 empregos são criados para cada 1000 toneladas de têxteis recolhidas para reutilização e/ou reciclagem. No Brasil, segundo estudo da S2F Partners de 2025, 4,6 milhões de toneladas desse tipo de resíduos são gerados anualmente. No entanto, enquanto os resíduos têxteis industriais são contemplados pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), há um “vácuo legislativo” no que se refere aos produtos confeccionados usados, posto que não existe previsão na PNRS para o estabelecimento de um sistema de Logística Reversa (LR) para esses resíduos. No entanto, nos últimos anos observa-se o surgimento de um clima institucional favorável a mudanças nesse cenário em função de políticas e instrumentos como a Nova Indústria Brasil, a Estratégia e Plano Nacional de Economia Circular e a Lei de Incentivo a Reciclagem. Nesse contexto, a estruturação no Brasil de um ecossistema circular para gerenciar esses resíduos pode servir de plataforma para fomentar um novo modelo de desenvolvimento industrial focado criação de valor, na redução de impactos ambientais negativos, na geração de emprego e renda e na inclusão social, já que a gestão de qualquer tipo de resíduos sólidos no Brasil passa, necessariamente, pela inclusão dos catadores de materiais recicláveis, autônomos ou cooperados. Assim sendo, em linha com a meta que trata da realização de pesquisas e estudos definida no Art. 3º da Lei nº 14.260, de 2021, o objeto desta proposta é um projeto de pesquisa cujo objetivo geral é propor um modelo de LR para aos resíduos têxteis de pós-consumo que servirá de plataforma para a estruturação de um ecossistema de inovação circular para a indústria da moda nacional. Para atingir esse objetivo, a metodologia proposta envolve a elaboração de estudos abordando políticas públicas, melhores práticas de gestão e Best Available Technologies para coleta, triagem e reciclagem de resíduos têxteis de pós-consumo adotadas na Europa, a situação atual da reciclagem têxtil no Brasil bem como exemplos de sistemas de LR já em funcionamento e de programas de recolhimento e reuso/reciclagem de peças de roupas usadas. Esses estudos formarão a base conceitual das propostas a serem elaboradas no projeto e incluem instrumentos de coleta de dados como a revisão bibliográfica sistemática, o estudo múltiplos de casos, entrevistas estruturadas (com especialistas independentes, pesquisadores, gestores de sustentabilidade das principais marcas e varejistas de moda Brasileiras, com representantes da Associação Brasileira da Indústria Têxtil, da Associação Brasileira do Varejo Têxtil e de cooperativas de catadores de materiais reciclados) e a realização de uma série de workshops multistakeholders conduzidos nas regiões nordeste, sudeste e sul. Adicionalmente, serão desenvolvidos módulos de capacitação em Design para Reciclagem e Design para Economia Circular e, ao final do projeto, será realizado um evento público para apresentação dos resultados finas e fomentar aos debates sobre a gestão dos resíduos têxteis de pós-consumo e o engajamento da sociedade. → Estudo publicado em março de 2026 pelo ReHubs e Boston Consulting Group aponta que em 2025 a Europa gerou 15,2 milhões de toneladas de resíduos têxteis, sendo 13,3 milhões de pós-consumo com apenas 1,5 milhões sendo recolhidas e triadas e menos de 1% sendo efetivamente reciclado em novos produtos. Para enfrentar esse desafio, em março de 2022 a União Europeia (UE) adotou a Estratégia para Têxteis Sustentáveis e Circulares com destaque para as seguintes regulamentações: 1. Regulamento de Ecodesign para Produtos Sustentáveis, que proíbe a destruição de estoque, define diretrizes de Design para Circularidade e Reciclagem e teor mínimo de conteúdo reciclado em novos produtos; 2. Revisão da Diretiva-Quadro de Resíduos, que definiu que os países da UE são obrigados a manter sistemas de coleta separada para resíduos têxteis domésticos – em vigor desde janeiro de 2025 - e que marcas e varejistas, baseados no princípio da Responsabilidade Estendida do Produtor, passam a ser financeiramente responsáveis pela coleta seletiva, triagem e reciclagem dos produtos que colocam no mercado; 3. Diretiva de Alegações Ecológicas, focada em combater o greenwashing proibindo o uso de termos vagos como, “sustentável”, "verde" ou "consciente" sem dados metodológicos homologados que comprovem a afirmação. Dessa forma, requisitos de sustentabilidade e economia circular deixaram de ser metas voluntárias e se tornaram exigências legais que vem impulsionando empresas líderes do setor a buscarem soluções conjuntas mobilizando entidades representativas, universidades, startups, centros de pesquisa, fornecedores, capital de risco e empreendedores que, em conjunto, estruturaram redes de colaboração que deram origem a um ecossistema de inovação circular que é hoje referência mundial e responsável pela criação de milhares de novos empregos associado: segundo estimativas da UE, entre 20 a 35 empregos são criados para cada 1000 toneladas de têxteis recolhidas para reutilização e/ou reciclagem. No Brasil, segundo estudo da S2F Partners de 2025, 4,6 milhões de toneladas desse tipo de resíduos são gerados anualmente. No entanto, enquanto os resíduos têxteis industriais são contemplados pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), há um “vácuo legislativo” no que se refere aos produtos confeccionados usados, posto que não existe previsão na PNRS para o estabelecimento de um sistema de Logística Reversa (LR) para esses resíduos. No entanto, nos últimos anos observa-se o surgimento de um clima institucional favorável a mudanças nesse cenário em função de políticas e instrumentos como a Nova Indústria Brasil, a Estratégia e Plano Nacional de Economia Circular e a Lei de Incentivo a Reciclagem. Nesse contexto, a estruturação no Brasil de um ecossistema circular para gerenciar esses resíduos pode servir de plataforma para fomentar um novo modelo de desenvolvimento industrial focado criação de valor, na redução de impactos ambientais negativos, na geração de emprego e renda e na inclusão social, já que a gestão de qualquer tipo de resíduos sólidos no Brasil passa, necessariamente, pela inclusão dos catadores de materiais recicláveis, autônomos ou cooperados. Assim sendo, em linha com a meta que trata da realização de pesquisas e estudos definida no Art. 3º da Lei nº 14.260, de 2021, o objeto desta proposta é um projeto de pesquisa cujo objetivo geral é propor um modelo de LR para aos resíduos têxteis de pós-consumo que servirá de plataforma para a estruturação de um ecossistema de inovação circular para a indústria da moda nacional. Para atingir esse objetivo, a metodologia proposta envolve a elaboração de estudos abordando políticas públicas, melhores práticas de gestão e Best Available Technologies para coleta, triagem e reciclagem de resíduos têxteis de pós-consumo adotadas na Europa, a situação atual da reciclagem têxtil no Brasil bem como exemplos de sistemas de LR já em funcionamento e de programas de recolhimento e reuso/reciclagem de peças de roupas usadas. Esses estudos formarão a base conceitual das propostas a serem elaboradas no projeto e incluem instrumentos de coleta de dados como a revisão bibliográfica sistemática, o estudo múltiplos de casos, entrevistas estruturadas (com especialistas independentes, pesquisadores, gestores de sustentabilidade das principais marcas e varejistas de moda Brasileiras, com representantes da Associação Brasileira da Indústria Têxtil, da Associação Brasileira do Varejo Têxtil e de cooperativas de catadores de materiais reciclados) e a realização de uma série de workshops multistakeholders conduzidos nas regiões nordeste, sudeste e sul. Adicionalmente, serão desenvolvidos módulos de capacitação em Design para Reciclagem e Design para Economia Circular e, ao final do projeto, será realizado um evento público para apresentação dos resultados finas e fomentar aos debates sobre a gestão dos resíduos têxteis de pós-consumo e o engajamento da sociedade. ADMINISTRAÇÃO DO PROJETO Estudo que visa subsidiar a elaboração de uma proposta de modelo de operação e financiamento de um sistema de LR para as roupas descartadas. Esse estudo será realizado em parceria com a Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) e a Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária (FEA), ambas unidades da Universidade de São Paulo (USP), e o modelo a ser proposto levará em consideração o princípio da responsabilidade compartilhada preconizada pela PNRS bem como exemplos bem sucedidos de sistema de LR em funcionamento no Brasil e na Europa PESQUISAS E ESTUDOS Capacitação técnica em Design para Economia Circular e Design para a Reciclagem de produtos de moda (vestuário). CAPACITAÇÃO, FORMAÇÃO E ASSESSORIA TÉCNICA
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    Educação, Cultura e eventos, Meio ambiente, Serviços e capacitação → Obras e infraestrutura, Educação, Cultura e eventos, Meio ambiente, Vestuário e proteção, Serviços e capacitação
  2. Registro incorporado à base